.:GESE:.: Abril 2013

Adicionado 13/07/2012

terça-feira, 30 de abril de 2013

1 de cada 4 presidiários esta preso por causa das drogas.

A obra do justo conduz a vida , o fruto do perverso , ao pecado  PROVÉRBIOS 10/16
Um em cada quatro presidiários do Brasil está detido por tráfico de drogas. O índice é o maior desde o ano de 2005, quando os dados do Depen (Departamento Penitenciário Nacional) começaram a ser disponibilizados.

STF decide que suspeito de tráfico pode responder em liberdade
Entre os fatores que explicam esse aumento estão a instituição da Lei de Drogas no ano de 2006, o rigor do Judiciário e da polícia na combate ao tráfico e o elevado número de presos provisórios que não podiam responder aos processos em liberdade.
De acordo com números do Depen, enquanto a população carcerária como um todo aumentou 1,7 vez (de 294 mil para 514 mil) entre os anos de 2005 e 2011, a quantidade de presos por tráfico cresceu quase quatro vezes (de 32 mil para 125 mil).
Para o presidente da Academia Paulista de Direito Criminal, Romualdo Calvo Filho, o aumento de traficantes presos ocorreu porque se ganha mais dinheiro traficando drogas do que roubando, além de o criminoso correr menos riscos do que em um roubo.



segunda-feira, 29 de abril de 2013

Pastor Hugo Chavez: Ajude-nos a fazer evangelismo em presidios!


Porque tive fome, e não me destes de comer; tive sede, e não me destes de beber;
Sendo estrangeiro, não me recolhestes; estando nu, não me vestistes; e enfermo, e na prisão, não me visitastes.MATEUS 25:42/43

GRANDE CONQUISTA!!Capela dentro de presidio do Paraná esta sendo ampliada.

Capela da Colônia Penal Agricola (Regime semi-aberto) Piraquara Pr.

Capela antes da reforma
A Capela muitas vezes chegou a ficar pequena para os frequentadores.
Pr. Hugo e a equipe de cooperadores
Capela depois da reforma
Inicio da ampliação da Capela
A mão de obra é dos próprios detentos
Colocação do telhado
Cobertura e tijolamento do altar
Parede da antiga Capela que será derrubada
Vista exterior da ampliação
 
Pastor Edson (detento) responsável da capela é idealizador da ampliação.




Agradecemos a Deus pela benção da ampliação da Capela Ecumênica da CPAI.
Com a autorização da direção e o empenho de nossos irmãos detentos temos unido força  as diferentes instituições , que realizam evangelismo na unidade.
Pr Edson ,o interno responsável pela Capela, tem manifestado sua satisfação en nome dos detentos evangélicos e visitantes pala cooperação e contribuição das igrejas.
A obra entra agora na etapa final , o acabamento ,cerámica , elétrica , forração , e a parte sanitária, justamente a parte mais cara.
Temos certeza que o Senhor continuara a tocar em pessoas para contribuir e em breve poder fazer um culto de ação de graças a DEUS por esta viória.

A GLÓRIA DESTA ÚLTIMA CASA SERÁ MAIOR DO QUE A DA PRIMEIRA , DIZ O SENHOR....
                                           Ageu 2/9

domingo, 28 de abril de 2013

Rebelião em presidio de Mexico deixa 13 mortos

Pelo menos 13 presos morreram e 65 ficaram feridos após uma briga entre gangues no Presídio de La Pila, em San Luis Potosí, na região central do México. Segundo o governador Fernando Toranzo Fernández, a situação está controlada e 22 detentos estão internados em estado grave devido aos confrontos que ocorreram na madrugada de ontem (28).
Em entrevista na noite de ontem, o governador negou que tenha havido demora das autoridades para controlar a rebelião e disse que os funcionários serão investigados para apurar responsabilidades.
A revolta atingiu quase 75% dos dormitórios da penitenciária e os presos usaram armas brancas de fabricação caseira, segundo o comunicado divulgado pelo governo antes da coletiva.
A situação carcerária no México enfrenta uma situação delicada e é considerada uma das piores da América Latina. Segundo a Comissão Nacional de Direitos Humanos (CNDH) do país, no período de 2011 até o primeiro semestre de 2012 foram registradas 278 mortes de presos no interior de penitenciárias mexicanas por brigas, assassinatos e suicídios. Os números fazem parte de um relatório da CNDH divulgado no ano passado.
A superpopulação carcerária é um problema presente em todas as prisões mexicanas, onde também são registrados altos índices de rebeliões e fugas. De acordo com o levantamento da CNDH, o país tem 237.580 presos, número bem maior que capacidade oferecida pelas penitenciárias, que somam 188.147 vagas.


LEMBRAI-VOS DOS PRESOS ,COMO SE ESTIVÉSSEIS PRESOS COM ELES .. Hebreus 13/3

sábado, 27 de abril de 2013

Novo presidio federal em Brasilia terá lugar para "POLITICOS"

A nova penitenciária federal prevista para se construída em Brasília será diferente das quatro que já estão em funcionamento em outras regiões do País. Projetada a um custo de R$ 25 milhões, será dividida em quatro alas onde os presos ficarão separados pelo perfil: líderes de facções criminosas, réus colaboradores da Justiça (delatores), mulheres e autoridades (políticos e policiais) envolvidas com o crime.

 
Penitenciária federal será construída em São Sebastião, mesma cidade onde está o Complexo Penitenciário da Papuda
“Será a porta de entrada no sistema penitenciário federal”, diz o diretor do Departamento Penitenciário Nacional (Depen), Augusto Rossini. Ele garante que, sem privilégios por distinção de classe, todos os detentos receberão o mesmo tratamento do governo federal e serão abrigados seguindo critérios definidos pela justiça. No caso de presos estaduais, a decisão será compartilhada por um juiz estadual e outro federal.
Rossini sustenta que o quinto presídio federal centralizará o processo de inclusão no sistema e economizará custos, já que todos os meios de locomoção para deslocamentos, como aviões
da Força Aérea Brasileira (FAB) e da Polícia Federal, estão baseados em Brasília.
Alimentação, disciplina, banho de sol ou visitas na ala das autoridades serão as mesmas das demais unidades federais, imune ao ingresso de equipamentos - como celular - e à prova de fugas.
A separação evitará, por exemplo, que durante o banho de sol um deputado ou outro detento que se enquadre na clássica definição de autoridade (delegado, juiz ou um militar) ocupem o mesmo espaço de criminosos comuns. Nas penitenciárias que atualmente abrigam autoridades, quando está fora da cela, um único detento acaba ocupando uma ala inteira para não ficar junto com outros criminosos.
Novidade no sistema, a ala de autoridades resolveria também um velho dilema do sistema prisional brasileiro: cria espaço para a custódia provisória de políticos ou os chamados criminosos do colarinho branco, que acabam se beneficiando da prisão domiciliar na ausência de estabelecimento adequado. É o caso, por exemplo, do ex-juiz Nicolau dos Santos Neto, condenado pelo desvio de R$ 169 milhões das obras do Tribunal Regional do Trabalho de São Paulo. Ele ficou por mais de uma década preso em casa e só este ano foi mandado para uma cela especial da Penitenciária de Tremembé, no interior paulista.
Uma prisão para autoridades é também uma adequação do sistema prisional aos novos tempos de combate a corrupção envolvendo políticos e funcionários públicos graduados, contingente que vem aumentando com a ofensiva do Ministério Público e Polícia Federal contra os desvios na administração pública. A falta de espaço adequado, nos casos de presos da elite, no passado era usada como argumento nos pedidos de relaxamento de prisões.
Com previsão de início para o final de 2013, a nova cadeia federal será construída em São Sebastião, Cidade Satélite onde está instalado o complexo da Penitenciária da Papuda, em Brasília. Terá 208 vagas, divididas em quatro alas com celas do mesmo tamanho. O projeto, segundo o Ministério da Justiça, não tem relação com o julgamento do mensalão, que deverá levar à prisão 25 condenados, sete deles em regime fechado, entre os quais estão o ex-ministro José Dirceu e o deputado João Paulo Cunha (PT-SP).
O destino dos sentenciados será definido pelo ministro Joaquim Barbosa, do Supremo Tribunal Federal. Caso ele decida que os presos devam ir para uma penitenciária federal, as quatro em funcionamento - Porto Velho (RO), Campo Grande (MS), Mossoró (RN) e Catanduvas (PR) - têm atualmente capacidade para absorver, já que 40% das 832 vagas estão abertas.

A OBRA DO JUSTO CONDUZ A VIDA , O FRUTO DO PERVERSO , AO PECADO .          
                   Provérbios 10/16

ALARMANTE!!! Expectativa de vida dos Agentes Penitenciários é de 45 anos.

De acordo com uma publicação da agência USP (Universidade de São Paulo), um estudo realizado pelo Instituto de Psicologia (IP) da universidade, apontou o que, na prática, a categoria dos agentes de segurança penitenciária (ASP) experimenta diariamente no exercício de suas funções: “as péssimas condições de infraestrutura das penitenciárias brasileiras, a extensa jornada de trabalho e o estresse laboral”, destaca o texto.


Conforme o estudo, tais fatores são os principais responsáveis pela baixa expectativa de vida dos servidores penitenciários. A publicação relata a opinião do psicólogo Arlindo da Silva Lourenço, que realizou um estudo de doutorado sobre o tema. Lourenço atua como psicólogo em penitenciárias masculinas do Estado e já acompanhou diversos servidores penitenciários que foram feitos reféns durante as rebeliões nas unidades prisionais.

De acordo com o psicólogo, “o trabalho em locais insalubres como as prisões, e as condições de trabalho bastante precarizadas do agente, são estressantes, desorganizadoras e afetam sua saúde física e psicológica”. Ele destaca ainda as pressões e ameaças como fatores que prejudicam a saúde psicológica do agente penitenciário. “Cerca de 10% dos agentes penitenciários se afastam de suas funções por motivos de saúde, geralmente, desordens psicológicas e psiquiátricas”, afirma o psicólogo na publicação.


Um fato preocupante e que chama a atenção no estudo divulgado é a média de vida dos agentes penitenciários apontada pela pesquisa. Segundo os dados, a média está entre 40 e 45 anos. “Muitos deles morrem novos, em média entre 40 e 45 anos devido à uma série de problemas de saúde contraídos durante o exercício da profissão, como diabetes, hipertensão, ganho de peso, estresse e depressão”, disse o psicólogo. Conforme a pesquisa, tais “índices são reflexo da alta jornada de trabalho dos agentes carcerários (12 horas de trabalho e 36 horas de repouso), das más condições de trabalho das penitenciárias do País e do ressentimento dos agentes em relação a dificuldade de modificar o ambiente laboral”, descreve.


Em relação às condições de trabalho vividas pelos servidores penitenciários, o documento descreve ser “precária e carente de equipamentos”. Tal carência é apontada pela pesquisa como fator de desorganização psicológica dos agentes penitenciários, já que, “as penitenciárias são repletas de ambientes úmidos e de iluminação insuficiente, de cadeiras sem encosto ou assento, e janelas de banheiros quebradas, elementos que comprometem o bem-estar e a privacidade de agentes e de sentenciados”, destaca.


Conforme Lourenço, “os recursos atuais não permitem a execução do trabalho do agente penitenciário com decência, o que implica em um não reconhecimento de sentido na profissão e, por consequência, em um não reconhecimento de sua função social e de sua existência”, ressalta.


O texto aponta que, para o psicólogo, se houvesse a resolução desses problemas estruturais das instalações, o convívio e a permanência humana seriam mais adequados e já representaria uma grande diferença na qualidade de trabalho dos agentes e na reabilitação dos detentos.


No entanto, “a situação tende a permanecer como está, pois os trabalhadores penitenciários lutam e reivindicam, principalmente, melhorias salariais; ao mesmo tempo, as penitenciárias estão longe de ser uma política pública prioritária para o Estado”, finaliza.


A grande verdade é que, apesar de todo o conhecimento (agora científico) sobre as péssimas condições de trabalho e de saúde (física e mental) que envolvem o exercício das funções do agente de segurança penitenciária, as autoridades do governo permanecem inertes e insensíveis às vidas de homens e mulheres que colocam a própria vida em risco para servir aos estados e ao País. Quem sabe se, antes de assumirem seus cargos no próximo ano, os governadores eleitos passem um dia vivendo como agente de segurança penitenciária em qualquer unidade prisional de seus estados, e assim, experimentem um pouco daquilo que eles mesmos ainda não tiveram a capacidade política para solucionar.
 
E ELES DISSERAM :"CRÊ NO SENHOR JESUS CRISTO E SERÁS SALVO , TU E TUA CASA.  
                                  Atos  16/31

sexta-feira, 26 de abril de 2013

"RACHA" Poderá dar até 10 anos de cadeia.

A Câmara dos Deputados aprovou na noite de ontem um projeto que torna mais dura a punição para o motorista flagrado em “rachas” ou dirigindo perigosamente. Quando o texto for aprovado no Senado e sancionado pela presidente Dilma Rousseff, quem participar de uma corrida não autorizada ou fizer manobras radicais em vias públicas e provocar a morte de alguém poderá ficar até 10 anos na cadeia. A aprovação da proposta foi resultado da pressão do governo, que pretende incluir as novas punições nas próximas campanhas educativas pela paz no trânsito.

O projeto altera diversos artigos do Código de Trânsito Brasileiro (CTB) em âmbito administrativo e, também, penal, principalmente no caso de corridas de rua que resultam em acidentes com mortos e feridos. Como o que aconteceu em 2007, em Brasília, quando um acidente envolvendo o carro de Paulo César Timponi — segundo testemunhas, ele participava de um “racha” na Ponte JK — provocou a morte de três mulheres que estavam em outro veículo.

Hoje, quem é pego participando desse tipo de disputa (também conhecido como “pega”) é multado em R$ 576, pode ser detido por até dois anos, e perder a carteira de habilitação. Com a mudança na lei, a multa para esse motorista aumenta para R$ 1.915,40, e o tempo de prisão para até três anos.

Se a corrida ilegal deixar feridos, o motorista estará sujeito à pena de reclusão de três a seis anos. Se alguém morrer em decorrência do racha, a pena de cadeia sobe para cinco a dez anos, em regime fechado. As punições vão valer também para os exibicionistas, que arriscam a vida das pessoas em manobras como o popular “cavalo de pau”.

Para o líder do PSB na Câmara, Beto Albuquerque (RS), autor do projeto, as mudanças feitas no texto pelo relator Hugo Leal (PSC-RJ) são um avanço. “Muitas vidas no Brasil foram pagas com cestas básicas e, agora, trazemos o conceito de que no trânsito também se comete assassinato, não é tudo acidente”, comentou. A proposta ainda aumenta a pena para quem fizer ultrapassagem perigosa ou forçar outro veículo a isso. Com as alterações, o valor da multa chega ao mesmo patamar previsto para quem dirige embriagado: R$ 1.915,40.

O tema foi um dos citados pelo ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, como prioritário para o governo. “O projeto vem se somar aos esforços preventivos do governo nas estradas e vias do país”, comenta o secretário de Assuntos Legislativos da pasta, Marivaldo Pereira. Segundo ele, 40% das mortes em rodovias brasileiras são provocados por ultrapassagens perigosas. “Aumentar a punição vai ajudar a alertar os motoristas para riscos como esse”, conclui.

Além dessa proposta, o governo pretende ainda acelerar a tramitação dos projetos que simplificam a aplicação da penalidade para quem perder a carteira de habilitação e, também, as regras para levar a leilão veículos apreendidos.

Como é:

» Punição para quem disputar racha: multa de R$ 576 e detenção de seis meses a dois anos.

» Forçar outro veículo a uma ultrapassagem perigosa: multa de R$ 191

» Ultrapassar perigosamente ou pelo acostamento: multa de R$ 191 (infração grave)

Como vai ficar:

» Punição para quem disputa racha: multa de R$ 1.915,40 (o dobro em caso de reincidência), suspensão do direito de dirigir e detenção de seis meses a três anos. Se provocar lesão corporal, pena de reclusão de três a seis anos. Se provocar morte, pena de prisão de cinco a 10 anos.

» Forçar outro veículo a uma ultrapassagem perigosa: multa de R$ 1.915,40 (o dobro em caso de reincidência) e suspensão do direito de dirigir

» Ultrapassar perigosamente ou pelo acostamento: multa de R$ 957,70 (infração passa a ser gravíssima).


Os loucos não pararam a tua vista ; odeias a todos os que praticam a maldade. SALMOS 5/5

quinta-feira, 25 de abril de 2013

Ilha paradisíaca na Noruega é usada como Presídio

A detenção, que fica localizada em Bastoy, na Noruega, ainda possui quartos mobiliados e equipados com TV a cabo

Uma ilha com campo de futebol, saunas, câmara de bronzeamento artificial, sala de cinema, biblioteca e um estúdio musical. Colônia de férias? Não. Por incrível que pareça, tudo isso é um presídio, um dos únicos quatro de baixa-segurança do mundo.
A detenção, que fica localizada em Bastoy, na Noruega, ainda possui quartos mobiliados e equipados com TV a cabo. Os “detentos” trabalham na fazenda, na colheita, na lavanderia, na balsa ou na pesca, o que rende à eles cerca de 57 coroas norueguesas (em torno de 20 reais) por dia para cada um.
No presídio que tem a menor taxa de reincidência da Europa, não há celas, armas e muito menos câmeras de monitoramento. Só existe apenas uma regra: nada de álcool, drogas e violência.
Segundo o site Uol, os ex-assassinos, ex-ladrões e ex-traficantes trabalham, estudam, se divertem, se exercitam e tomam sol. O prefixo “ex” não é por mera generosidade, e sim pela baixíssima taxa de reincidência criminal.
Somente 16% dos que cumpriram pena em Bastoy voltam ao crime, enquanto que no Brasil, a realidade supera os 70%. O sucesso do “corretivo” aplicado na ilha já faz com que a Noruega pense em expandir o modelo, iniciativa que causa calafrios nos penalistas mais rígidos e revanchistas.

“Bastoy faz exatamente o oposto dos presídios convencionais, onde os presos são trancafiados sem qualquer tipo de responsabilidade pessoal, alimentados e tratados como animais”, diz o diretor da prisão. No cargo desde 2007, o psicoterapeuta (especializado na escola da Gestalt) Arne Nilsen já trabalhou em presídios ingleses e passou mais de dez anos no Ministério da Justiça norueguês antes de mudar-se para a ilha.
Para ele é preciso olhar as punições com um sentimento menos vingativo e repressor. “Privar uma pessoa da sua liberdade por um certo período já é um castigo suficiente em si, sem que seja necessário precarizar as condições do presídio”, disse Nilsen, ao jornal inglês The Daily Mail.
Ao contrário dos modelos mais rígidos, o sistema penal norueguês não prevê nem pena de morte nem prisão perpétua, e o tempo máximo que um cidadão pode passar na cadeia é de 21 anos (no Brasil, são 30).


Não , vos digo antes , se não vós arrependeres, todos de igual modo perecereis. LUCAS 13/5

terça-feira, 23 de abril de 2013

PRESIDIOS DE SEGURANÇA MAXIMA: Veja como funcionam no Brasil.

Os presídios de segurança máxima no Brasil seguem os mesmos padrões dos Supermax – presídios de segurança máxima norte americanos. Porém, em nosso país, eles são utilizados para os presos passarem uma temporada máxima de dois anos, e não para o cumprimento total da pena, como acontece nos Estados Unidos. No post de hoje, vamos entender como funciona a tecnologia do sistema de segurança dos presídios considerados de segurança máxima!



A fórmula da segurança máxima é composta por duas bases: tecnologia e concreto! Com uma grande estrutura física e equipamentos de segurança e monitoramento avançados, esses presídios garantem a total reclusão de seus presos. A seguir, segue as suas principais características:

1. Celas: as celas são todas individuais e possuem sete metros quadrados cada. São compostas por uma cama, uma pia, um sanitário, uma mesa, um banquinho e um chuveiro. O importante é que quase tudo é feito de concreto, o que aumenta a segurança.

2. Entrada: não é qualquer pessoa que tem autorização para visitar um presídio de segurança máxima. Apenas parentes dos presos possuem esse direito. Porém, eles precisam fazer um cadastro antes de realizar qualquer visita.

3. Camadas de concreto e chapas de aço no terreno: com os materiais que os presos têm acesso dentro desses presídios, cavar um túnel é uma tarefa complicada. Mas, para reforçar a segurança, todo o terreno é coberto por uma camada de concreto com cerca de um metro de espessura. Além disso, esse concreto é revestido por chapas de aço ultrarresistentes.

4. Banho de sol: o banho de sol acontece em um pequeno espaço cercado por muros com 7 metros de altura. Com o objetivo de evitar rebeliões, somente grupos de no máximo dez presos saem das celas ao mesmo tempo para o banho. O horário diário dessa atividade também varia.



5. Contato com os visitantes: o contato entre o preso e os visitantes, sejam parentes ou advogados, acontece em um local conhecido como parlatório. Nele, um vidro blindado separa o preso do visitante e a conversa acontece, obrigatoriamente, através de um interfone.

6. Sinais telefônicos: Nos presídios de segurança máxima, ninguém pode entrar portando aparelhos de telefone celular, inclusive os agentes penitenciários. Porém, em todo o pátio existem aparelhos eletrônicos que emitem ondas de frequência similar a dos celulares, o que deixa a região sem o serviço de telefonia.

7. Vigilância: esses presídios geralmente possuem quatro guaritas, uma em cada extremidade do terreno. Nessas guaritas, agentes armados com fuzis de alto calibre ficam observando 24 horas os presos. Na parte de cima dos paredões, existem corredores de concreto que servem como uma passarela para que os agentes possam ficar circulando e observando todo o terreno.

8. Câmeras de segurança: Câmeras de vigilância estão presentes em todos os lugares dos presídios, como corredores, celas e pátio. O detalhe é que grande parte das câmeras são microcâmeras escondidas, e servem não só para vigiar os presos, mas também para escutar as conversas que eles mantêm com os agentes penitenciários.

Em resumo, a questão da segurança nos presídios de segurança máxima no Brasil e no mundo conta com a união da tecnologia avançada, do planejamento eficiente e de uma boa infraestrutura.


LEMBRAI-VOS DOS PRESOS.  Hebreus 13/3

domingo, 21 de abril de 2013

"KIBUTZ JUDAICOS" O exemplo de uma sociedade mais justa e solidaria.



Criados em 1910 na sociedade israelense, os kibutz  são agrupamentos em que funcionam comunidades com as seguintes características: atividades agrícolas, propriedades coletivas, igualdade social, meios de produção próprios, distribuição da produção para a comunidade e prioridade à educação das crianças.
Em Israel, os kibutz chamam a atenção por apresentarem grande desenvolvimento interno e excelência no sistema educacional. Dentro destas comunidades, a economia funciona por meio de oficinas de trabalho com diversas especialidades. Nas escolas, os alunos passam por cem horas de ensino  anuais em que aprendem técnicas de agricultura, entre outras matérias.
Apesar de serem predominantes em Israel, existem agrupamentos com as mesmas características dos kibutz em outros países. Uma curiosidade é que os integrantes dos kibutz são chamados de chaverim, que significa companheiros, denominação normalmente utilizada por membros de grupos socialistas.
A existência destas comunidades, ao menos em seu intuito inicial, remete à filosofia nacionalista do Sionismo, que tinha o objetivo de agrupar forças de trabalho para o ressurgimento da nação israelense. Na política dos kibutz, há uma assembleia em que são eleitos os membros da direção. Após escolhidos, os líderes manifestam as diretrizes que os agrupamentos devem seguir nos planos estratégico e econômico, mas não possuem nenhum tipo de privilégio em relação aos outros integrantes da comunidade.

O espalhamento destas sociedades em território israelense tem sua força motriz nas ideias sionistas. Pregando o estabelecimento do Estado de Israel, o trabalho dos kibutz pode ser relacionado aos ideais disseminados no Primeiro Congresso Sionista Mundial, que levantou a questão do esforço comunitário para a criação de uma nação própria. Neste sentido, as comunidades podem ser consideradas células que representam esta ideologia.
Entre outras características dos kibutz, não há circulação de moeda internamente. Com o passar do tempo, estas comunidade sofreram diversas alterações do ponto de vista filosófico. Em um primeiro momento, eram entidades que buscavam uma renovação da sociedade e nação formada pelos judeus. Porém, atualmente, com mais de 500 comunidades deste tipo presente em território de Israel, os kibutz configuram-se como organizações complexas nos campos: econômico, histórico, político e social.

Apesar das mudanças, os kibutz continuam representando um sistema comunitário com características originais e passam por pressões dentro da própria sociedade israelense. Podem ser considerados como entidades marcantes da cultura de seu país, assim como serem vistos como realidades sociais coletivas e organizadas.

E TODOS OS QUE CRIAM ESTAVAM JUNTOS , E TINHAM TUDO EM "COMUM". E VENDIAM SUAS PROPRIEDADES E BENS , E REPARTIAM COM TODOS , SEGUNDO CADA UM HAVIA DE NECESSITAR.   Hechos 2 / 44 e 45

Sobrevivente do Carandiru da seu testemunho 20 anos depois.

“O Carandiru era o vale da sombra da morte”, diz sobrevivente do massacre


Sidney Sales relata que só ele carregou mais de 35 corpos, no dia 2 de outubro de 1992, e recorda o cotidiano naquele que foi o maior presídio da América Latina

Jorge Américo e José Francisco Neto
de São Paulo

Há 20 anos, o pavilhão 9 do maior presídio da América Latina foi invadido pela tropa de choque da Polícia Militar. A ação foi comandada pelo coronel da polícia militar Ubiratan Guimarães, após consentimento do então governador Luiz Antônio Fleury e do ex-secretário de Segurança Pública Pedro Franco de Campos.
Conhecido como massacre do Carandiru, o episódio resultou, segundo a versão oficial apresentada pelas autoridades da época, na morte de 111 detentos. Desde então, apenas o coronel Ubiratan – falecido em 2006 – foi a julgamento, sendo condenado a 632 anos de prisão em regime fechado.
Por ser réu primário e ter endereço fixo, o coronel conseguiu recorrer da sentença em liberdade, até a sentença ser anulada. Ironicamente, o pavilhão 9 era específico para réus primários. Cerca de 80% das vítimas do massacre esperavam por uma sentença definitiva. Ainda não haviam sido condenadas pela justiça.
Depois de ter exercido mandato de deputado estadual, Ubiratan foi encontrado morto em seu apartamento. Apesar de contestada, à época, a suspeita de crime passional foi aventada, envolvendo a sua namorada e advogada, Carla Cepollina, que irá a julgamento no próximo dia 5 de novembro.
Sidney Sales, 45, é um dos poucos sobreviventes. Morador do município de Jundiaí (SP), ele relatou ao Brasil de Fato e à Radioagência NP como foi o dia do massacre: “De repente eles falaram: ‘estão atirando!’ Eu falei que não, que eles estavam atirando com bala de borracha. Mas daqui a pouco os outros me ligam e dizem que eles estavam executando mesmo as pessoas. Eu subi na ventana (janela), e quando eu olhei já vi vários cadáveres estirados no chão. Eu fiquei em pânico.”
Quando questionado sobre o número de mortos, Sales vai direto ao ponto: “111 que tinham pai, mãe e advogado. Quem recorreu. Várias pessoas não tinham família [...] Eu creio que aproximadamente morreram uns 250. Eu distribuía alimentação no presídio. Naquele dia, sobraram quase duas caixas de pão”.
Sales define o Carandiru como “o vale da sombra da morte”. Cadeirante, hoje faz palestras em universidades, igrejas e comunidades de baixa renda. Também trabalha com dependentes químicos e acredita que as pessoas têm potencial para se recuperar e viver dignamente. “Nós amamos pessoas que não querem ser amadas. Nós colocamos sonhos nos corações dessas pessoas que nem sonhar elas querem mais.”
Brasil de Fato e Radioagência NP - O que vem na memória do senhor quando fala em Carandiru. Quais as lembranças que o senhor tem daquela época do cárcere?
Sidney Sales – O pior momento da minha vida foi no Carandiru. O maior presídio da América Latina. Principalmente o episódio do massacre do dia 2 de outubro de 1992. Jamais será apagado da minha memória.
Como foi o impacto quando o senhor chegou no Carandiru? Como fez para sobreviver lá dentro?
Quando eu cheguei, fiquei em pânico. Eu nunca tinha visto um presídio na dimensão, extensão e quantidade de pessoas como era o Carandiru. Só no pavilhão 9 tinha aproximadamente 2.500 pessoas. A sobrevivência é aquela que você vale quanto você pesa. Se você cria uma condição de conviver um pouco melhor, você vivia um pouco melhor. Se você não tivesse essas condições, tinha que prestar serviço para outras pessoas: lavar manta, vender algum objeto dentro do presídio [...] Fora o que era contravenção: nota, faca, baralho [...] Mas você tinha que ter um meio de sobrevivência. Conhecer alguém e ter um bom relacionamento com algumas pessoas para ser transferido para outro pavilhão.
Como que era a convivência?
A convivência era normal. Antigamente era dividido por setores: zona sul, zona leste, zona norte e zona oeste. O pessoal do interior era chamado de pé vermelho. A convivência era boa. Se você não tivesse dívida ou falha no crime, se você não tivesse 'caguetado' ninguém, ou se tivesse uma boa conduta e uma boa postura, era uma pessoa bem-vinda. Agora, aquelas pessoas que eram de alto grau de periculosidade tinha uma sobrevivência melhor do que todas.
A maioria dos presos do pavilhão 9 era primário?
O pavilhão 9 era dos chamados cabeças de bagre. Os primários. Eram pessoas que tinham passado pela primeira vez na Casa de Detenção.
Como foi o dia dois de outubro de 1992?
Eu me encontrava no campo, jogando bola, pois era final de campeonato. De repente, a gente ouviu aquele alvoroço no andar e quando nós subimos o nosso time tinha sido campeão. Tinha começado aquele alvoroço do Barba e do Coelho (dois ladrões considerados de alta periculosidade), pois havia rivalidade entre os dois. De repente, uma quadrilha se confrontou com a outra. Um ficou gravemente ferido e foi transferido pro pavilhão 4 (enfermagem) e o outro demorou para o agente penitenciário socorrer.
Tinha uma gangue lá que começou a gritar “virou rebelião, virou rebelião!”. De repente, todo mundo começou a se armar com estilete, faca, alguns colocando capuz na cabeça […]. Aí eles começaram a gritar que a briga era só entre os agentes penitenciários. Nisso os agentes ficaram em pânico, evadiram o pavilhão que ficou a mercê dos detentos que ali se encontravam. Uns começaram a por fogo em algumas oficinas, pois ali tinha marcenaria, pregador e setor de fazer guarda-chuva.
Creio eu que o fogo pegou na cozinha que era a copa, onde houve talvez a explosão do gás P45. Nesse momento que o doutor Ismael Pedrosa, que era diretor na ocasião, permitiu que o Choque invadisse. Só que o Choque invadiu, no meu modo de dizer, de uma forma desumana. Se eles tivessem cortado a luz e água ou se tivessem cortado a alimentação, obviamente nós nos renderíamos.
Quando eu liguei o canal de televisão, a primeira coisa que eu vi foi a Tropa de Choque. Quando eu troquei o canal, o pelotão já havia invadido a Casa de Detenção e algumas pessoas subiram até a minha cela, pois eu ficava no 5º andar, era faxineiro.
De repente, eles falaram: “Estão atirando!”. Eu falei que não, que eles estavam atirando com bala de borracha. Mas daqui a pouco os outros me ligam e dizem que eles estavam executando mesmo as pessoas. Eu subi na ventana (janela), e quando eu olhei já vi vários cadáveres estirados no chão. Eu fiquei em pânico.
Uma semana antes minha mãe havia trazido uma carta do salmo 91, pra quem não sabe eu sou aquele menino do filme Carandiru. Eu entro pra cela e começo a recitar aqueles versículos. Nessa hora, o policial chutou a porta e mandou todos nós tirarmos a roupa e sair todos nus. Quando eu saio da galeria, vejo quase 40 cadáveres estirados no chão. Alguns entre a vida e a morte agonizando.
Os policiais mandaram descer. Quando eu desço do 5º para o 4º andar, um policial mascarado esfaqueou o rapaz com uma baioneta que estava na na ponta da espingarda, deu mais alguns disparos, soltou o cachorro pastor alemão, o cachorro catou e estrangulou o preso. O policial virou e falou: “Pula negão”. Eu desci todos os andares e cheguei no primeiro. Todos tinham que ficar com a cabeça entre as pernas.
Passaram-se algumas horas e começou a chover. Os policiais mais os agentes penitenciários começaram a catar algumas pessoas pra carregar os cadáveres. Eu fui uma das pessoas escolhidas. Carreguei aproximadamente uns 35. Depois um policial falou: “Aí negão, você e o outro aí sobem pra catar outro cadáver”. Quando nós subimos, o rapaz que estava comigo perguntou: “Caramba, nós já não carregamos todos os cadáveres?”. Eu falei que talvez eles tivessem deixado embaixo de alguns escombros. “Vamos rápido antes que os caras eliminem nós”, disse. Quando eu subi pra catar o cadáver, vi que era o cara que estava ajudando a gente a carregar os outros cadáveres. Porque agora quem estava ajudando a carregar todos os cadáveres estava dando queima de arquivo.
Eu percebi isso, subi pra galeria, pro 4º andar, cheguei e vi aquela poça de sangue misturada com água. Não que eu tinha complexo pelo fato de contrair o vírus HIV, pois já tinha tomado conta de pessoas em fase terminal com vírus da Aids dentro da cadeia, mas meu medo era pisar no sangue das pessoas que eu havia conhecido. Então eu subi para o 5º andar. Quando eu cheguei lá me deparei com três policiais. Eles me viram, apontaram a arma pra mim, uma calibre 12, uma escopeta, uma metralhadora e duas automáticas. Falaram: “O que você está fazendo aqui?”. Eu disse: “Meu senhor, eu ajudei a carregar os cadáveres lá embaixo e o tenente mandou eu subir pra cá”. Nessa hora ele falou que ia acontecer um milagre na minha vida. Ele estava com um molho de chaves na mão, um ferro que tinha umas 50 chaves, e falou: “Olha moço, o milagre que vai acontecer é o seguinte: eu não sei qual é a chave do cadeado, mas a chave que eu pegar na mão e bater no cadeado eu vou torcer. Se abrir, você entra, se eu não abrir, nós vamos te executar agora”. Naquela hora eu me apeguei com Deus. Na hora que ele catou a chave, colocou no cadeado e torceu, o cadeado abriu. Foi nessa hora que eu entrei e ouvi a batida da porta nas minhas costas. Tinha umas 40 pessoas. Começamos a se revezar pra tomar um pouco de ar, pra não ficar asfixiado ali naquela cela.
Pela madrugada um detento escapou pela porta do guichê e começou a quebrar os cadeados das outras celas. Nós começamos a nos amotinar de novo pra pedir a reivindicação de juiz, promotor, pessoas que estavam com penas vencidas, pessoas que já estavam passando de um terço de sua pena. Nesse momento foi pedido para fazer uma comissão pra conversar com um juiz, assistente social ou psicóloga. Quando nós formamos essa comissão pra conversar o pelotão do choque invade de novo, pega os elementos de alta periculosidade e transfere para algumas penitenciárias. Eu fui transferido para Parelheiros. Fiquei dois dias. Fui para a Penitenciária do Estado. Fiquei mais dois dias. Depois fui transferido para Mirandópolis. Após sete anos privado, ganhei minha liberdade.
O número de 111 mortos corresponde com a realidade?
111 que tinham pai, mãe e advogado. Quem recorreu. Várias pessoas não tinham família. As pessoas excluídas, consideradas como indigentes. Eu creio que aproximadamente morreram uns 250. Eu distribuía alimentação no presídio. Naquele dia sobraram quase duas caixas de pão.
Tem algum outro fato que ocorreu no pavilhão 9 que o senhor queira contar?
A extorsão lá era complicada. Na parte de alimentação. Muita alimentação era desviada. E no fundão do pavilhão 9 era a sobra do resto da comida. Muitas vezes a alimentação era negociada. Com três maços de cigarros você comia dez bifes. A sobrevivência era precária pra quem não tinha condições.
O que significa hoje para o senhor ser um sobrevivente do massacre?
Eu sou vítima do Estado. Pelo fato da ausência do Estado na minha periferia, na minha escola, na minha instrução foi que eu me tornei um marginal. Só que esse marginal foi jogado num depósito, onde era a Casa de Detenção. O maior presídio da América Latina, onde a única pessoa que se lembrava de você, era a sua mãe. O Carandiru pra mim era um depósito. Uma coisa que ficará gravada na mente de qualquer pessoa que passou naquele lugar. Ali eu considerava como Auschwitz. Há muitas histórias que aconteceram que não podem ser contadas. Eu defino o Carandiru como o vale da sombra da morte. Um local que você dormia num dia e não sabia se levantaria no outro.
As pessoas que se envolvem hoje no crime também continuam sendo vítimas do Estado, em sua opinião?
Com certeza. O filho de uma pessoa que tem o poder aquisitivo vai para a escola no berçário. Com 1 ou 2 anos, ele já está falando “What´s your name?”. Já está contando de um a dez em japonês. Enquanto o filho do pobre vai para escola na primeira série aprender o que é vogal. Quando vai fazer um curso para prestar um vestibular para entrar na universidade, ela é então ocupada pela pessoa que tem o poder aquisitivo. Quem vem da periferia não tem a possibilidade de cursar uma universidade, na maioria das vezes. Se o pobre não tiver a ousadia de ser um pagodeiro ou um bom jogador de futebol, vai se tornar outro Marcola.
O sistema carcerário recupera alguém?
O sistema carcerário é o maior produtor de marginal na América Latina. Você entra roubando pequenas coisas e sai assaltante de banco. O presídio não recupera ninguém.
O que o senhor faz hoje?
Hoje eu tenho três casas de recuperação, com mais de 110 pessoas e uma fazenda em que eu abrigo 150. Hoje eu trato drogado, alcoólatra e morador de rua. Há nove anos, faço um trabalho dentro da Cracolândia tirando morador de rua e drogado do centro de São Paulo. Nós amamos pessoas que não querem ser amadas. Nós colocamos sonhos nos corações dessas pessoas que nem sonhar elas querem mais. Devido às crises existenciais em que vivem, principalmente dessa ausência do Estado.     


TODA A INIQUIDADE É PECADO , E HÁ PECADO QUE NÃO É PARA MORTE. 1João 5/17

CARANDIRU: 23 policiais são condenados a 156 anos de prisão.

PMs do Carandiru são condenados a 156 anos de prisão


SÃO PAULO, SP, 21 de abril - Depois de seis dias de julgamento, 23 policiais militares foram condenados na madrugada de hoje por participação no Massacre do Carandiru. Três dos 26 presos réus foram absolvidos a pedido do próprio Ministério Público.
Cada um dos PMs foi condenado a 156 anos de prisão. Eles saíram do Fórum da Barra Funda, na zona oeste, livres, já que poderão recorrer em liberdade. Todos ouviram a decisão do juiz José Augusto Marzagão de que eram culpados.
Os sete jurados foram convencidos da tese da Promotoria de que o grupo de policiais da Rota, armados de revólveres e metralhadoras, subiu ao segundo pavimento do Pavilhão 9 e matou a tiros 13 detentos.
No início, a acusação falava em 15 presos mortos neste andar, mas ontem os promotores pediram para que dois detentos, mortos com armas brancas, fossem desconsiderados pelos jurados. Segundo eles, não era possível saber se eles foram mortos realmente pelos PMs.
Segundo os promotores, as mortes foram praticadas por uma ação coletiva, comandada pelo então capitão Ronaldo Ribeiro dos Santos, na qual todos contribuíram igualmente "para praticar a barbaridade que praticaram", disse o promotor Márcio Friggi.
A advogada Ieda Ribeiro de Souza, que chegou a gritar em alguns momentos da explanação, reafirmou aos jurados que não era possível individualizar a conduta de cada um dos réus, já que não foi feita a perícia na arma que eles usavam e o confronto delas com as balas achadas nos corpos.
Para afastar a necessidade da individualização da conduta, o Ministério Público recorreu ao julgamento do Mensalão, ao exemplificar que José Dirceu foi condenado sem a comprovação exata de sua participação no esquema.
A advogada Ieda Ribeiro de Souza disse que vai recorrer. 


Pois quê ? Somos nós mais exelentes ? De maneira nehuma , pois já dantes demostramos que , tanto judeus como gregos , estão todos debaixo do pecado.   ROMANOS 3/9

quinta-feira, 18 de abril de 2013

TOME CUIDADO!!! CALÚNIA , DIFAMAÇÃO E INJURIA DA CADEIA!!!

Calúnia Art. 138. Caluniar alguém, imputando-lhe falsamente fato definido como crime: Pena — detenção, de 6(seis) meses a 2 (dois) anos, e multa.§ 1- Na mesma pena incorre quem, sabendo falsa a imputação, a propala ou divulga.§ 2- É punível a calúnia contra os mortos.§ 3- Admite-se a prova da verdade, salvo: I - se, constituído o fato imputado crime de ação privada, o ofendido não foi condenado por sentença irrecorrível;II - se o fato é imputado a qualquer das pessoas indicadas no n. I do art. 141;III - se do crime imputado, embora de ação pública, o ofendido foi absolvido por sentença irrecorrível.




DifamaçãoArt. 139. Difamar alguém, imputando-lhe fato ofensivo à sua reputação:Pena — detenção, de 3(três) meses a 1(um) ano, e multa.
Parágrafo único. A exceção da verdade somente se admite se o ofendido é funcionário público e a ofensa é relativa ao exercício de suas funções.




Injúria
Art. 140. Injuriar alguém, ofendendo-lhe a dignidade ou o decoro: Pena — detenção, de 1(um) a 6(seis) meses, ou multa.§ 1. O Juiz pode deixar de aplicar a pena:I - quando o ofendido, de forma reprovável, provocou diretamente a injúria;II - no caso de retorsão imediata, que consista em outra injúria.§ 2. Se a injúria consiste em violência ou vias de fato, que, por sua natureza ou pelo meio empregado, se considerem aviltantes:Pena — detenção, de 3(três) meses a 1(um) ano, e multa, além da pena correspondente à violência.

E PONDE DE FRENTE DELE DOIS FILHOS DE BELIAL  , QUE TESTEMUNHEM CONTRA ELE  , DIZENDO : BLASFEMASTE CONTRA DEUS E CONTRA O REI.           1Rei 21/10
 Pastor Hugo Chavez trabalha na recuperação de presidiários no Estado do Paraná , mediante a palavra de Deus .













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