.:GESE:.

Adicionado 13/07/2012

quinta-feira, 21 de setembro de 2017

RESTAURANTE DENTRO DE PRESÍDIO COLOMBIANO INOVA PROJETOS DE RESSOCIALIZAÇÃO !!


Em Cartagena, Colômbia, criaram um projeto inovador de um restaurante, chamado "Interno, no interior de um presídio localizado em pleno centro histórico da cidade. O restaurante é atendido pelas próprias reclusas, que fizeram cursos de culinária, decoração, atendimento ao cliente, empreendedorismo e confeitaria, e que ademais cuidam de uma horta orgânica no interior da prisão onde cultivam vários dos ingredientes, entre eles beringela, pepino, couve, alface e pimentão, utilizados no restaurante.
O diretor do centro, Ramiro Quadro García, decidiu dar luz verde a este projeto para ajudar à reinserção social das presas. O restaurante é ideia de uma atriz chamada Johana Bahamón (a loira das fotos), que ficou sabendo tempos atrás de um presídio em Milão, Itália, em que funcionava um restaurante aberto ao público. Curiosa, visitou o local e se inteirou como manejavam a logística e os temas de segurança.
Ela gostou tanto que voltou a seu pais com da ideia de replicar na prisão de San Diego, em Cartagena, que é famoso pelos gritos da presas com seus maridos que param na rua bem em frente para vê-las. Johana convenceu o diretor Ramiro das vantagens de fazê-lo e começou a buscar patrocínios da sociedade privada e da Prefeitura de Cartagena para abrir o restaurante.
As mesas onde os comensais podem desfrutar as refeições estão situadas no próprio pátio do cárcere. Muitos dos visitantes são turistas que chegam ao particular restaurante para saborear uma boa comida e fazer selfies com as reclusas que servem as refeições preparadas por elas.
As internas oferecem um menu, elaborado por chefs reconhecidos mundialmente, composto por três entradas, três pratos principais, três sobremesas e duas classes de vinho, que custa em torno de 80 reais por pessoa.

Há mais de quatro anos Johana impulsiona o desenvolvimento pessoal de mais de 4.000 presos em 25 prisões do país. Seu objetivo é conseguir um contato direto entre a comunidade prisional com a população civil seja no teatro, concertos ou agora na cozinha, porque, segundo ela, é aí onde começa a verdadeira ressocialização.

LEMBRAI-VOS DOS PRESOS    Hebreus 13/3

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

UNIDADES PENAL DO PARANÁ : MAIS MATERIAL DE EVANGELISMO CHEGOU!!

O nosso agradecimento em nome da Igreja Missão Cristã aos parceiros que nos doaram nova remessa de material evangelístico . Recebemos de parte de nosso irmão Marcos algumas caixas de novo testamento , como também exemplares do livreto "O Mensageiro" por parte do pastor Valter . O ministério Pão Diário nos doou várias caixas dos seu devocionais . Também tivemos a honra de receber o Pastor Mario Hort , presidente editor do ministério "Ecos da Liberdade" o qual nos trouxe alguns milhares dos seus livretos. Estes materiais são de suma importância para o evangelismo das 14 unidades que visitamos mensalmente , na atualidade a população atinge aproximadamente 10.000 internos. A Bíblia sagrada será sempre o material primordial para evangelizar , porém nos últimos meses as doações diminuirão quase pela metade , assim que este material cobre a falta de Bíblias,
Se alguém desejar doar Bíblias para nosso evangelismo prisional , por favor entrar em contato pelo fone (041) 99795-9756 . Muitas vidas tem sido resgatadas dentro dos presídios por médio da Bíblia sagrada .












 
  Os que semeiam em lágrimas segarão com alegria.
SALMOS 126/5

PRESÍDIOS DO PARANÁ : NOVOS BATISMOS , MAIS VIDAS COM JESUS CRISTO!!





Agradecemos muito a Deus ,  autoridades do DEPEN e direção dos presídios , pelo desejo que eles tem de ver os internos das unidades prisional do Paraná sendo transformado e libertos .
No mês de agosto e setembro de 2017 a Igreja Missão Cristã realizou novos batismos em presídios de segurança máxima , onde muitos internos tem entregue suas vidas para o Senhor Jesus Cristo .
O projeto "Bíblias nos Presídios" continua em marcha , agora são 14 unidades atendidas de Curitiba e região metropolitana , agradecemos a cada uma da pessoas que tem contribuído com este projeto.
Estamos tratando ainda que com muitas dificuldades cumprir o "IDE" do Senhor Jesus Cristo !!
OREM PELO EVANGELISMO PRISIONAL !!

 Pastor Hugo Daniel e equipe evangelizando os presídios do Paraná .







Portanto, ide e fazei com que todos os povos da terra se tornem discípulos, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo;  MATEUS 28/19

sexta-feira, 21 de julho de 2017

GOLEADA HISTÓRICA EM JOGO DENTRO DO PRESÍDIO PCE !!!!!


O time da Faxina, fardado inteiramente de branco, aplicou a maior goleada do Campeonato de Futebol PCE 2017: 36 x 1. Quase um gol por minuto (o jogo tem 40), baile, chocolate, cinco vezes o que a Alemanha fez sobre o Brasil na Copa do Mundo de 2014. Mas as comemorações repetitivas não bastaram para fazer dos donos da vassoura campeões. O troféu foi disputado em final de jogo único, na última quarta-feira (26), entre a Faxina e a Lavanderia, e ficou nas mãos do agrupado das roupas, que traja Adidas e uma camiseta azul da Gráfica Bamerindus. O terceiro lugar foi conquistado pelo time B da Cozinha – como o setor é grande, foi dividido em A e B.
O artilheiro, J.O.S, fez 42 gols, muito mais do que um por jogo. O time do setor de Sabão, onde os presos aprendem química e fazem produtos de limpeza e higiene pessoal para toda a penitenciária e, eventualmente, para unidades vizinhas, foi o lanterna, sem vitórias. 
Há pelo menos dez anos a Penitenciária Central do Estado (PCE) não vibrava ao som de um torneio do esporte que corre na seiva do brasileiro. A unidade abriga quase 1.700 presos na Região Metropolitana de Curitiba e é a maior do Paraná do regime fechado. No passado, o local chegou a abrigar um campo de futebol, que foi substituído por novas celas depois de uma das maiores rebeliões do estado, no início dos anos 2010.
O campeonato começou em fevereiro e foi organizado para unificar os presos do mesmo bloco (prédio), da mesma galeria (parte desse prédio) e do mesmo setor de trabalho. A final da última semana foi entre os atletas dos setores, que têm mais tempo livre para jogar, logo após o horário de almoço, nos pátios de visita dos familiares, que são próximos à entrada do presídio e coloridos de todo tipo para minimizar o impacto das grades para os pequenos. Apenas 30% dos presos da PCE estão envolvidos em atividades educacionais ou laborais, com possibilidade de remição: 322 trabalham em canteiros internos ou externos (empresas), 93 estudam e 90 fazem remição por leitura – os demais 70% aguardam vaga nos programas.
O torneio dos internos deve se encerrar ainda em maio, e se prolongou além do outro porque os presos jogam apenas no pátio de sol, uma vez por semana. A unidade já estuda uma espécie de cruzamento entre os campeões para atestar a soberania do presídio. A PCE tem seis blocos com quatro galerias cada. São 420 presos por bloco, em média. As galerias se dividiram em times A e B, ou seja, cada bloco montou oito times, que se cruzaram em turno e returno. Os vencedores ainda jogarão entre si para definir o campeão dos blocos.
E também há ideia de um cruzamento com a equipe campeã da Penitenciária Central do Estado – Unidade de Progressão (PCE-UP), projeto pioneiro do Grupo de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário do Paraná. Essa unidade abriga 160 presos que estão prestes a progredir para o regime semiaberto e entrega estudo e trabalho a todos em tempo integral.
Para Antonio Nery de Souza Junior, o Toninho, agente penitenciário que organiza as tabelas ao lado dos presos, e que trabalha há uma década na unidade, a ideia do torneio é entreter e dar responsabilidade aos presos. “É um projeto que começou com o chefe de segurança, José Luis Siscato, e foi desenvolvido por nós e pela equipe pedagógica. O futebol tem esse poder no Brasil, é um esporte que une as pessoas”, conta.
Já a presidente do Conselho da Comunidade da Comarca da Região Metropolitana de Curitiba, Isabel Kugler Mendes, afirma que o esporte é importante na questão física e psicológica dos presos. “Nós vivemos um momento de questionamentos no sistema penitenciário nacional, e pequenas iniciativas como essa mostram que apenas a boa vontade e a seriedade podem mudar o destino dessas pessoas, e é isso que a Lei de Execução Penal determina. Eles contraíram uma dívida com a sociedade. Poderia ser uma televisão, um carro. Mas a dívida deles é com a sociedade. Por isso, nós temos que pensar na dignidade dessas pessoas para o momento da volta”, pondera. O Conselho da Comunidade foi responsável pela premiação do torneio.




domingo, 9 de julho de 2017

DEPEN NACIONAL QUER REGISTRO CIVIL DE PRESIDIÁRIOS NO BRASIL !!


O Departamento Penitenciário Nacional desenvolveu uma parceria para garantir o registro civil para detentos em unidades prisionais de 16 estados. O projeto, chamado Identidade Cidadã, tem o apoio da Associação dos Notários e Registradores do Brasil, já promoveu as atividades em 21 presídios brasileiros e tem o objetivo de reverter uma realidade que atinge quase a totalidade dos detentos.
De acordo com o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), a iniciativa foi lançada em 2014 e atende, nesta primeira fase, penitenciárias femininas e unidades de regime semiaberto. Nas capitais onde já funciona, o projeto busca sensibilizar os cartórios de registro civil e, depois, promove visitas aos detentos para coleta de dados.
O objetivo é possibilitar o acesso dos internos a documentos pessoais que, muitas vezes, se perderam durante prisão ou sequer chegaram a ser expedidos. Sem a carteira de identidade e o CPF, por exemplo, eles também não conseguem participar de projetos sociais nas penitenciárias nem se matricularem em cursos que podem prepará-los para o mercado de trabalho após o cumprimento da pena.
Além do Registro Civil, é possível obter a segunda via da certidão de casamento dos presidiários. De acordo com o Ministério da Justiça, nove em cada dez, ou 91,33% dos detentos brasileiros não têm qualquer documento pessoal em seu prontuário no estabelecimento prisional, o que dificulta a ressocialização.
“Para quem nunca foi preso, a falta de documentos já é grave. Para aqueles que têm contra si o estigma de terem sido presos e muitas vezes condenados por crime, essa falta é um obstáculo invencível para integração”, diz o conselheiro do CNJ, Rogério Nascimento, coordenador do Grupo Especial de Monitoramento e Fiscalização do sistema prisional da Região Norte.

No Paraná o registro civil tem fornecido RG para grande parte dos internos do sistema penal paranaense , como assim também existe parceria de alguns cartório com a direção das unidades para realizar casamentos coletivos dentro das unidades , a fim de regularizar a situação de muito casais que não casaram legalmente .
Pastor Hugo Chavez tem realizado em parceria com cartórios a cerimonia religiosa dos casamentos coletivos nos presídios paranaenses .







Assim, já não são dois, mas uma só carne. Portanto, o que Deus uniu o homem não separe!!!