.:GESE:.: URUGUAY O PAIS QUE MAIS PRECISA DE JESUS CRISTO EM AMÉRICA

Adicionado 13/07/2012

terça-feira, 18 de setembro de 2012

URUGUAY O PAIS QUE MAIS PRECISA DE JESUS CRISTO EM AMÉRICA

República Oriental del Uruguay
República Oriental do Uruguai
Bandeira Missionária
 
Bandeira do Uruguai
Escudo das Armas do Uruguai
Bandeira Brasão de armas


Uruguai, oficialmente República Oriental do Uruguai (em espanhol: República Oriental del Uruguay, é um país localizado na parte sudeste da América do Sul. É a casa de cerca de 3,3 milhões de pessoas, dos quais 1,8 milhões vivem na capital, Montevidéu e sua área metropolitana. De acordo com uma estimativa, entre 88% e 94% da população possui ascendência principalmente de europeus ou mista.
A única fronteira terrestre do Uruguai é com o estado brasileiro do Rio Grande do Sul, no norte. Para o oeste encontra-se o rio Uruguai e a sudoeste situa-se o estuário do rio da Prata. O país faz fronteira com a Argentina apenas em alguns bancos de qualquer um dos rios citados acima, enquanto que a sudeste fica o Oceano Atlântico. O Uruguai é o segundo menor país da América do Sul, sendo somente maior que o Suriname.
A Colonia del Sacramento, o mais antigo assentamento europeu no Uruguai, foi fundada pelos portugueses em janeiro de 1680. Em 1777, com o tratado de Santo Ildefonso, a colônia tornou-se possessão espanhola. Montevidéu foi fundada pelos espanhóis no século XVIII como uma fortaleza militar. O Uruguai conquistou sua independência entre 1810 e 1828 após guerras que envolveram Espanha, Portugal, Argentina e Brasil. O país é uma democracia constitucional, onde o presidente cumpre o papel de chefe de estado e chefe de governo.
O Uruguai é um dos países economicamente mais desenvolvidos da América do Sul, com um dos maiores PIB per capita, em 48º lugar no índice de qualidade de vida (2011) e o 1º em qualidade de vida/desenvolvimento humano na América Latina, quando a desigualdade é considerada. Segundo a Transparência Internacional, o Uruguai é classificado como o segundo país menos corrupto da América Latina (atrás do Chile), embora a pontuação do Uruguai seja consideravelmente melhor do que a do Chile em pesquisas de percepção de corrupção doméstica. Foi o país latino-americano melhor classificado no Índice de Prosperidade Legatum. A Reader's Digest classificou o Uruguai como o nono país "mais habitável e verde" do mundo e o primeiro nas Américas.
O Uruguai foi o primeiro país sul-americano a legalizar uniões civis do mesmo sexo e de sexos opostos a nível nacional, o primeiro a permitir a adoção gay e a testar o cultivo de cânhamo. Entre os anos de 2007 e 2009, O Uruguai foi o único país das Américas que não passou por uma recessão econômica técnica (2 trimestres consecutivos de retração). O Uruguai é reembolsado pela Organização das Nações Unidas pela maioria dos seus gastos militares, visto que a maior parte desses gastos é implantada nas forças de paz da ONU. Em 2009, o Uruguai se tornou o primeiro país do mundo a oferecer um laptop e internet grátis sem fio para cada criança do ensino primário.

Capital Montevidéu
Cidade mais populosa Montevidéu
Língua oficial Espanhol 
Governo República presidencialista
 - Presidente José Mujica
 - Vice-presidente Danilo Astori
Independência do Império do Brasil 
 - Declarada 25 de agosto de 1825 
 - Reconhecida 27 de agosto de 1828 
Área
 - Total 176.215 km² (88.º)
 - Água (%) 1,5
 Fronteira Brasil e Argentina.
População
 - Estimativa de 2010 3 424 595 hab. (128.º)
 - Censo 2002 3.399.236 hab. 
 - Densidade 19,8 hab./km² (157.º)
PIB (base PPC) Estimativa de 2011
 - Total US$ 52,111 bilhões* USD[2] (88.º)
 - Per capita US$ 15.469[2] (61.º)
PIB (nominal) Estimativa de 2011
 - Total US$ 49,423 bilhões* USD[2] (79.º)
 - Per capita US$ 14.671[2] (49.º)
Indicadores sociais
 - Gini (2009) 42,4
 - IDH (2011) 0,783 (48.º) – elevado
 - Esper. de vida 76,4 anos (47.º)
 - Mort. infantil 13,1/mil nasc. (68.º)
 - Alfabetização 97,9% (49.º)
Moeda Peso uruguaio (UYU)
Fuso horário (UTC-3)

Independência

O juramento dos Trinta e Três Orientais.
O início do século XIX viu o surgimento de movimentos de independência por toda a América do Sul, incluindo o Uruguai, então conhecido como a Banda Oriental del Uruguay (isto é, "faixa a leste do rio Uruguai"), cujo território foi disputado pelos estados nascentes do Brasil, herdeiro de Portugal, e da República Argentina, com capital em Buenos Aires, herdeira do Vice-reinado do Prata da Espanha.

O juramento dos Trinta e Três Orientais.

Portugal havia recuperado a área a partir de 1816, através de intervenção militar, apoiada pela oligarquia bonaerense, contra a independência de forte cunho social comandada por José Artigas, e anexou-a formalmente em 1821 (ler Incorporação da Cisplatina em História do Brasil). A Banda Oriental passou a fazer parte do Brasil como seu território mais austral, quando em 1822 o país obtém a sua independência de Portugal (vide independência do Brasil). A região passou a fazer parte do nascente império, havendo o cabildo de Montevidéu jurado a Constituição Imperial de 1824, sem ter o direito de o fazer. A 23 de Agosto de 1825, no entanto, setores descontentes com a política agrária em favor dos grandes proprietários de Montevidéu e do Brasil, organizaram movimento de libertação nacional do Uruguai e de sua incorporação às províncias argentinas.

A província austral se tornaria independente com a assinatura do Tratado de Montevidéu, em 1828. As negociações para a independência tiveram a mediação de George Canning, então chefe do Ministério do Exterior britânico, que visava consolidar a livre-navegação do rio da Prata.

De modo a se criar símbolos nacionais ao novo país independente, o sentimento separatista foi vinculado ao General Artigas, que sustentou as lutas contra a anexação da Banda Oriental, seja por Portugal ou pelas Províncias Unidas do Rio da Prata, entre 1810 e 1820. Após 1822, já sob controle do recém-criado Império do Brasil (e não mais da Coroa Portuguesa), o Uruguai inicia o processo final que leva à sua própria independência, que foi satisfatória para os partidários blancos, vinculados aos estancieiros do interior, a separação não desagradou aos colorados de Montevidéu, que tiveram o primeiro presidente constitucional entre seus quadros e se entendiam mal governados pela corte brasileira.
Imigração em massa e desenvolvimento

No final do século XIX o país havia completado sua organização, e durante a etapa batllista consolidou sua democracia e alcançou altos níveis de bem-estar, comparados aos europeus. Devido a isso, o Uruguai começou a ser conhecido internacionalmente como "A Suíça da América". Uruguai foi o primeiro país a estabelecer por lei o direito ao divórcio (1907) e um dos primeiros países do mundo a estabelecer o direito das mulheres a votar.

Praça Independência em Montevidéu.

Até a década de 1960, o Uruguai era chamado de "a Suíça sul-americana" por ter um perfil de país desenvolvido, com altos índices sociais e estabilidade política. Após a década de 1970, a escassez de recursos minerais e energéticos, a carência de tecnologia e a queda do preço da lã e da carne no mercado internacional, contribuíram para a desestabilização econômica no Uruguai. Em 1973, ocorreu um golpe militar com dura repressão por parte do governo e que favoreceu o surgimento de movimentos de oposição e de guerrilha, como o dos tupamaros.

Geografia
http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/a/ac/Uruguay_T2.png/220px-Uruguay_T2.png
Imagem de satélite do território uruguaio.

O Uruguai é o segundo menor país da América do Sul e a sua paisagem é constituída principalmente por planícies e colinas baixas (coxilhas), com uma planície costeira fértil. A terra está ocupada na sua maior parte por pradarias, ideais para a criação de bovinos e ovinos. O ponto mais elevado do país é o Cerro Catedral, com 514 m. Ao sul situa-se o rio de la Plata (rio da Prata), onde está o Porto de Montevidéu. O Rio da Prata é o estuário formado pelo rio Uruguai, que constitui a fronteira ocidental do país, e pelo rio Paraná, fora do Uruguai, formador da mesopotâmia argentina. O país tem apenas um rio importante que o atravessa, o rio Negro, com hidrelétricas. Tem ainda parte da Lagoa Mirim, que divide com o Brasil e de algumas lagoas na costa do Atlântico.

Etnias

Segundo publicações da CIA (The World Factbook), a população uruguaia é fundamentalmente de origem europeia, representando 88 % da população, seguida por mestiços (8%) e afro-uruguaios (4%). Ademais esta fonte, sustenta-se que a população indígena é praticamente inexistente. As sucessivas ondas migratórias que viveram no país têm conformado a população atual, composta principalmente de espanhóis, seguidos por italianos e com um importante número de franceses, alemães, portugueses, britânicos, suíços, russos, polacos, entre outros. A população de origem asiática é muito escassa.

Um estudo genético de 2009, publicado no American Journal of Human Biology, revelou que a composição genética do Uruguai é principalmente europeia, mas com contribuição indígena (que varia de 1% a 20% em diferentes partes do país) e significativa contribuição africana (7% a 15% em diferentes partes do país).

A contribuição indígena no Uruguai foi estimada em 10%, em média, para a população inteira. Esse número sobe a 20% no departamento de Tacuarembó, e desce a 2% em Montevidéu. O DNA mitoncondrial indígena chega a 62% em Tacuarembó.

Um estudo genético de 2006 encontrou os seguintes resultados para a população de Cerro Largo: contribuição européia de 82%, contribuição indígena de 8% e contribuição africana de 10%. Esse foi o resultado para o DNA autossômico, o que se herda tanto do pai quanto da mãe e permite inferir toda a ancestralidade de um indivíduo. Na linhagem materna, DNA mitocondrial, os resultados encontrados para Cerro Largo foram: contribuição européia de 49%, contribuição indígena de 30%, e contribuição africana de 21%.

Religião

Religião no Uruguai (2008)
Religião

Porcentagem
Catolicismo romano
  
45,7%
Não-sectarismo
  
30,1%
Ateísmo ou Agnosticismo
  
14,0%
Cristãos não-católicos
9,0%
Outros
  
1,2%

O Uruguai não tem religião oficial e, portanto, a igreja e o estado estão oficialmente separados e a liberdade religiosa é garantida. Uma pesquisa realizada em 2008 pelo Instituto Nacional de Estatística do Uruguai apontou o catolicismo como a principal religião, com 45,7% da população, 9,0% são cristãos não-católicos, 0,6% são animistas ou umbandistas (uma religião afro-brasileira) e 0,4% judeus. 30,1% declararam acreditar em um Deus, mas que não pertencem a nenhuma religião, enquanto 14% declararam ser ateu ou agnóstico. Entre a grande comunidade armênia em Montevidéu, a religião dominante é o cristianismo, especificamente a Igreja Apostólica Armênia.

Os observadores políticos consideram o Uruguai o país mais secular nas Américas. A secularização do Uruguai começou com o papel relativamente menor da igreja na época colonial, em comparação com outras partes do Império Espanhol. O pequeno número de índios do Uruguai e sua feroz resistência ao proselitismo reduziu a influência das autoridades eclesiásticas.

Após a independência, idéias anticlericais se espalharam para o Uruguai, em particular da França, minando ainda mais a influência da igreja. Em 1837, o casamento civil foi reconhecido e em 1861 o Estado assumiu a gestão dos cemitérios públicos. Em 1907 o divórcio foi legalizado e em 1909 toda e qualquer educação religiosa foi banida das escolas públicas. Sob a influência do radical reformador Colorado, José Batlle y Ordóñez (1903-1911), a completa separação entre Igreja e Estado foi introduzida com a nova Constituição da 1917.

Idioma

O espanhol uruguaio tem algumas modificações devido ao número considerável de imigrantes italianos. Como é o caso com a vizinha Argentina, Uruguai e emprega tanto o voseo quanto o yeismo (com [ʃ] ou [ʒ]). O inglês é comum no mundo dos negócios e seu estudo tem aumentado significativamente nos últimos anos, especialmente entre os jovens. No entanto, ainda é uma língua minoritária, como são o francês e o italiano. Outras línguas incluem português e o "portuñol" (uma mistura de espanhol e português). Ambos são falados nas regiões norte, perto da fronteira brasileira. O Uruguai é o único país não lusófono em que o ensino da língua portuguesa é obrigatório. O português é ensinado a partir do 6º ano de escolaridade. Como poucos povos indígenas existem na população, as línguas indígenas são pouco presentes no Uruguai.

Indicadores socioeconômicos


Departamentos do Uruguai:
  IDH elevado
  IDH médio
Segundo dados publicados pelas Nações Unidas o índice Gini do Uruguai em 2003 era de 0,449. Uma pontuação de 1,000 nessa escala significaria um estado de máxima inequalidade entre classes sociais, e uma pontuação de 0,000 representaria uma distribuição igual da riqueza.

Um recente relatório usou dois indicadores para estimar o número de pessoas vivendo em estado de pobreza no país. Esses indicadores são a "linha de indigência", o salário da família não é o suficiente para o consumo básico de alimentos, e a "linha da pobreza", o salário da família não é o suficiente para o consumo básico de alimentos, de roupas, saúde e transporte.

Os números obtidos dependem da metodologia usada, o relatório citado usa três diferentes métodos. De acordo com um proposto pelo Regional Workshop sobre medição de pobreza em 1996, que produziu os maiores valores dentre os três. o resultado para o primeiro quarto de 2006 foi: 3,01% da população abaixo da linha de indigência e 18% da população abaixo da linha de pobreza.

O relatório mostra que os indicadores estão melhorando conforme o país se recupera da última crise em 2002; em 2004 o indicador de pobreza atingiu o valor mais alto de todos os tempos.

O salário médio da mulher em 2002 no Uruguai equivalia a 71,8% do salário do homem da mesma atividade. O salário médio dos descendentes africanos equivalia a 65% dos descendentes europeus.

Apesar do aluguel em lugares que não possuem tanta demanda não serem tão caros, é normalmente necessário que a pessoa tenha uma outra propriedade para servir de garantia para o contrato, ou um depósito que muitos não conseguem pagar. A primeira condição torna o aluguel especialmente difícil para os setores menos favorecidos da população. De acordo com o INE, 23,3% da população vive em lugares que não são nem deles nem são alugados. Alguns deles são casas construídas propriamente, enquanto outros são construções precárias construídas ilegalmente em terras públicas ou provadas ao redor das cidades. Assim, novas comunidades inteiras foram criadas nas últimas décadas. Elas são chamadas de "Asentamientos". O fenômeno é similar às "Favelas" no Brasil, "Villas Miseria" na Argentina, "Barrios" na Venezuela, "Invasiones" na Colômbia, "Arrabales" na Espanha, "Poblaciones Callampa" no Chile, ou "Jacales" no México.
IRMÃ DENISE NO PORTO DE MONTEVIDEO

IRMÃ DENISE NA RAMBLA SUL DE MONTEVIDEO

PASTOR HUGO E IRMÃ DENISE PLAZA INDEPENDÊNCIA CENTRO DE MONTEVIDEO

PASTOR HUGO NO RIO DE LA PLATA

PASTOR HUGO EN LA CIUDAD VIEJA MONUMENTO A GARIBALDI
IRMÃ DENISE CENTRO DE DURAZNO CIDADE NATAL DO PASTOR HUGO
"Disse, porém, Rute: Não me instes para que te abandone, e deixe de seguir-te; porque aonde quer que tu fores irei eu, e onde quer que pousares, ali pousarei eu; o teu povo é o meu povo, o teu Deus é o meu Deus;"  (Rute 1 : 16)

Um comentário:

  1. Vamos orar pelo Uruguai, para que as portas sejam abertas à pregação do evangelho.
    http://www.esbocosermao.com/

    ResponderExcluir