segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

PROPÓSITO DE ORAÇÃO PELOS PRESIDIÁRIOS ANO 2014 : OREMOS PELOS 600 DETENTOS DA PENITENCIÁRIA MODULADA E. DE MONTENEGRO (RS)

Penitenciária Modulada Estadual de Montenegro
 Oficial: Penitenciária Modulada Estadual "Agente Penitenciário Jair Fiorin"
Diretor: Rogério dos Santos Ramos
Endereço: BR 386 - KM 426 - Estrada do Pesqueiro – Montenegro/RS
CEP: 95780-000
Telefone: (51) 3649-9200
Capacidade de Engenharia: 476
População Carcerária: 553 (em 08/08/2013)
Anexo Feminino da PMM
Capacidade de Engenharia: 116
População Carcerária: 48 (em 08/08/2013)
 Dados Estatísticos: Relatório Infopen -JULHO de 2013

Continuamos a contar neste ano de 2014 com as orações de nossos irmãos cristãos em favor dos presidiários , como assim também , em favor daqueles que como nos , vamos em presídios a evangelizar e ressocializar presidiários e menores infratores.
PORQUE O FILHO DO HOMEM VEIO SALVAR O QUE SE TINHA PERDIDO.
                                                 Mateus 18/11

sábado, 4 de janeiro de 2014

O DIA QUE OS CADEADOS SE REBELARAM , ESPETÁCULO EM PRESIDIO DE SERGIPE.

O dia que os cadeados se rebelaram. Esse é o título do espetáculo apresentado ontem no Teatro Atheneu. A peça é parte integrante do Projeto Penarte, que vem desenvolvendo uma série de atividades culturais no Presídio Feminino (Prefem). O texto principal é de autoria do guarda prisional Cláudio Viana, escritor, poeta e trás em seu conteúdo a visão do sistema prisional a partir dos cadeados, seres inanimados, que dentro da história atuam como protagonistas. Do espetáculo participaram 43 internas do Prefem, além de músicos, dançarinos, atores, professores de arte e instrutores de práticas de circo. O evento cultural teve início as 16h e foram convidados familiares, autoridades e personalidades culturais de Sergipe. Esteve presente o secretário de Justiça, Benedito de Figueiredo, o diretor do Desipe, Manuel Lúcio Neto, além de funcionários e assessores da Sejuc.
Autor da peça, Cláudio Viana explica que ao longo dos anos no sistema prisional e tendo a possibilidade de ter conhecido 17 estados da Federação e seus respectivos sistemas, pode notar como incentivador cultural, que a partir dos cadeados é possível observar a situação de quem se encontra em privação de liberdade.
"Construí o texto ao notar que os cadeados estão lá, calados, no entanto, são os grandes observadores das vidas que encontram encarceradas. Eles estabelecem uma relação entre homem e sub-homem, aquele que está privado da liberdade, por sua vez, de tudo que compõe o mundo", disse Viana.
O coordenador do Projeto Penarte, Ivo Adinel, presidente do Sindicato dos Artistas de Sergipe, observa que o espetáculo propõe uma intervenção que inclui música, teatro, dança, circo, grafite, na vida das internas para que elas possam ter acesso a arte como uma função libertadora. "É importante entender que o corpo pode estar preso, mas mente não. Então ao percebermos a vontade e grande energia dessas mulheres privadas de liberdade, incentivamos o projeto que teve seu ponto alto na apresentação no Teatro Atheneu", disse Ivo. Ele atenta que as internas demonstram uma grande vontade de interação e participaram com grande envolvimento dos ensaios.
Mudar a história é mais que desafio, e nesse sentido a coordenadora Educacional do Prefem, Edjane Marinho afirma que esse é um trabalho inédito, ousado e grandioso na busca de quebrar preconceito e mobilizar a sociedade em direção a dar oportunidades a quem já errou um dia. "Notamos que durante os ensaios e com o envolvimento pela arte, as internas apresentam bom comportamento, calma e demonstram grande interesse em mudar e construir uma nova realidade ao sair do presídio", atenta Edjane. Na visão da diretora do Prefem, Lilia Melo, o Penarte é um grande passo em direção a uma real ressocialização. Ela classifica o momento como de grande interesse social, não só para quem se encontra atrás das grades, mas para todos.
"Sempre tive o sonho de levar o teatro ao presídio. Tenho formação cultural muito forte, já que convivi por muito tempo no centro de criatividade e lá pude aprender e conviver diariamente com pessoas ligadas e voltadas para cultura", afirma Lilia. Ela deixa claro que a formação cultural é alavanca para uma mudança íntima e pessoal de grande expressão.

No palco - No palco estiveram, além de artistas profissionais, 43 internas do Prefem. O espetáculo contou com toda a segurança devida prevista em lei. Estiveram no local, além de guardas prisionais, integrante do Grupo de Operações Penitenciárias Especiais (Gope) e houve total apoio da Polícia Militar. 

LEMBRAI-VOS DOS PRESOS ......                                                               HEBREUS 13/3

PRESIDIO DE JARAGUÁ (GO) ATINGE 100% DE INTERNOS TRABALHANDO.

O Centro de Inserção Social (CIS) de Jaraguá, na 7ª Regional Norte da Secretaria de Administração Penitenciária e Justiça (Sapejus), comemora o alcance do índice de 100% da população carcerária local trabalhando. Segundo o coordenador do CIS de Jaraguá, Anderson Sousa Cirqueira Faria, assim que ele assumiu o cargo, foram necessárias algumas adequações para que as empresas pudessem ser instaladas no presídio. “Tudo isso foi possível com a união de forças do Governo do Estado, da prefeitura de Jaraguá, do Poder Judiciário, Ministério Público e Conselho da Comunidade. Hoje, 100% dos presos estão trabalhando em nove frentes de serviços diferenciadas. Cada preso é selecionado de acordo com suas aptidões”, explica Anderson Sousa.
Detentos trabalhando
Milson Eurípedes da Silva, de 47 anos, cumpre pena no presídio de Jaraguá há oito anos. Há três ele trabalha na cozinha. “Eu já tinha trabalhado em churrascaria. Além de trabalhar na cozinha, aprendi a costurar também. Eu aprendi muita coisa aqui dentro, principalmente a respeitar o meu próximo. A Palavra de Deus foi decisiva. Quem criou a justiça foi o nosso Criador, por isso nós devemos respeitá-la. Se eu pudesse voltar no tempo,  faria tudo diferente. Hoje, se eu vir alguma pessoa fazendo algo errado,  já sei aconselhá-la”, relata. Pelo trabalho o preso é beneficiado com a remissão da pena. A cada três dias trabalhados é reduzido um dia na pena. A remuneração varia de R$ 400,00 a R$ 500,00 por mês.

Valdivino Henrique de Camargo, de 44 anos, está no regime fechado há seis anos. Ele acredita que no final deste ano sua pena irá progredir para o regime semiaberto. “Há três anos eu trabalho como pedreiro. Agora, eu e outros colegas estamos reforçando o muro da unidade prisional. Eu já trabalhei fora também, na prefeitura, em creches e escolas. Assim é muito melhor porque eu estou conseguindo reestruturar a minha vida. Eu me sinto mais valorizado. O passado só trouxe sofrimento e eu não quero errar mais. Para o futuro, tenho o plano de fazer cursos de mestre de obras e também de informática”, sintetiza. Por meio de convênio firmado com a prefeitura, os detentos já reformaram escolas e fizeram a limpeza de áreas públicas do município. Recentemente os internos construíram uma quadra de esportes numa escola pública estadual.
Empresas instaladas
Atualmente, o CIS de Jaraguá conta com cinco empresas (quatro de Jaraguá e uma de Anápolis), funcionando nas dependências do presídio. A empresa da Anápolis, especializada em materiais para escritório, produz 15 mil pastas cartonadas por dia, utilizando mão de obra carcerária. Na confecção, que emprega 15 detentos, são produzidas 1,2 mil peças de jeans todos os meses.
“O trabalho, como diz o ditado antigo, dignifica o homem. O fato de se sentir produtivo é imprescindível para a recuperação do cidadão. A Sapejus tem sempre participado conosco, amparando nossas necessidades e nossas solicitações foram atendidas. Nós não tivemos nenhuma fuga. Os incidentes dentro do cárcere são reduzidos porque eles ficam a maior parte dos dias envolvidos com o trabalho”, destaca Anderson Cirqueira. Ainda funcionam no presídio uma fábrica de cintos e uma marcenaria. Na cozinha, a comida também é preparada pelos internos. Os serviços de limpeza e manutenção, além dos cuidados com a horta, também ficam por conta dos reeducandos.

Educação de Jovens e Adultos (EJA) no presídio
A direção do CIS firmou parceria com a Secretaria da Educação, o que possibilitou a formação de turmas do programa deEducação de Jovens e Adultos (EJA) no presídio. A professora responsável pelo projeto, Rozinalva Lopes Victor, mais conhecida como Tia Rosinha, é servidora do Estado e implantou no presídio o programa de Educação de Jovens e Adultos (EJA). “Eu me apaixonei por esse trabalho com os reeducandos. Eu trabalho por amor.  Acredito que a reinserção começa com a educação. Daqui dois anos eu vou me aposentar, mas  vou me tornar voluntária para continuar trabalhando aqui. Tem gente que pensa que aqui só tem animais selvagens e não é bem assim. Eles absorvem tudo o que ensinamos, em todas as áreas”, relata. A população carcerária do CIS de Jaraguá, entre homens e mulheres, é de 110 detentos no regime fechado, 25 no semiaberto e 16 no aberto.

NEM DE GRAÇA COMEMOS O PÃO DE HOMEM ALGUM , MAS COM TRABALHO E FADIGA ....    2Tessalonicenses 3/8

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

"RADIO LIVRE" CANAL DE COMUNICAÇÃO DENTRO DE PRESÍDIOS CEARENSES.

 Cerca de cinco mil detentos do Ceará ganharam um canal de comunicação direta com familiares e a sociedade. No inicio do ano 2013 teve inicio o projeto da Rádio Livre, uma emissora criada pela Secretaria de Justiça e Cidadania do Estado (Sejus), seis penitenciárias recebem a programação musical, serviços de utilidade pública, dicas de saúde, educação, cultura e orientações jurídicas.

Projeto pioneiro no estado, a programação da emissora chega às penitenciárias da região metropolitana de Fortaleza por meio de caixas de som distribuídas nos corredores e pátios das unidades prisionais. Por meio da internet, a programação, que é feita no estúdio da Sejus, chega simultaneamente às Casas de Privação Provisória de Liberdade (CPPL) II, III, IV e de Caucaia, na Penitenciária Francisco Hélio Viana de Araújo (Pacatuba) e no Instituto Penal Feminino Desembargadora Auri Moura Costa (IPF). Para dar mais dinâmica à rádio, os momentos musicais são intercalados com notícias de interesse dos detentos, atividades programadas, recados e mensagens de familiares.

Isto vos mando : Que vos ameis uns aos outros.       João 15/17

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

6.670 NOVAS VAGAS EM PRESÍDIOS PARANAENSES PARA 2014.

A ordem de serviço para começar as 20 obras que vão aumentar o número de vagas do sistema penitenciário do Paraná será lançada até 20 de janeiro de 2014. Serão construídos seis Centros de Integração Social e seis cadeias públicas, e ampliadas oito unidades prisionais. As obras vão abrir 6.670 vagas.

As empresas que vão executar as obras já foram escolhidas pela Paraná Edificações, autarquia da Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística. “Após a emissão da ordem de serviço, as empresas terão até 12 meses para concluir o trabalho”, explica o diretor-geral da Paraná Edificações, Luiz Fernando Jamur.

Os serviços serão feitos nos municípios de Piraquara, Londrina, Campo Mourão, Guaíra, Foz do Iguaçu, Ponta Grossa e Cascavel.

O investimento chega a R$ 135,2 milhões, sendo que o valor máximo admitido nas construções e ampliações era de R$ 161 milhões. As construções e ampliações fazem parte do Programa Nacional de Apoio ao Sistema Prisional, do Ministério da Justiça.

O Paraná é um dos Estados que está com o cronograma mais adiantado, em razão dos projetos apresentados pelo governo estadual estarem prontos e completos.

PIRAQUARA – Em Piraquara, na Região Metropolitana de Curitiba, seis obras serão feitas, somando R$ 44,3 milhões de investimento.

A Cadeia Pública de Jovens e Adultos, com 382 vagas, será construída por R$ 8 milhões, sendo que o máximo estipulado era de R$ 9,8 milhões. O Centro de Integração Social terá investimentos de R$ 3,4 milhões e o valor máximo era de R$ 4,3 milhões.

A Casa de Custódia de Piraquara será ampliada ao custo de R$ 6,5 milhões, sendo que o máximo era de R$ 8,4 milhões. Também será ampliada a Penitenciária Estadual de Piraquara I, com investimento de R$ 9,5 milhões, sendo que o valor mais alto estipulado era de R$ 12,3 milhões.

Para a ampliação da Penitenciária Estadual de Piraquara II, o edital foi ganho com o valor de R$ 9,5 milhões, sendo que o valor máximo era de R$ 10,9 milhões. E a licitação para aumentar a Penitenciária Feminina do Paraná foi vencida com o preço de R$ 7,4 milhões, sendo que o máximo era de R$ 8,6 milhões.

CAMPOS GERAIS – Em Ponta Grossa, foram ganhos dois editais. Um para a ampliação da Penitenciária Estadual, com valor de R$ 8 milhões, sendo que o máximo era de R$ 9,7 milhões, e outro para a construção da Cadeia Pública, com 320 vagas e investimento de R$ 10,3 milhões, sendo que o máximo era de R$ 13,2 milhões.

OESTE – Para a região Oeste do Estado foram ganhos sete editais. Quatro para Foz do Iguaçu, dois para Guaíra e um para Cascavel. Em Foz do Iguaçu, será ampliada a Penitenciária Estadual, com valor de R$ 8,9 milhões, sendo que o máximo era de R$ 10 milhões. A Cadeia Pública, com 382 vagas, será construída na Avenida Mercúrio, bairro Três Lagoas, com investimento de R$ 8,6 milhões e o valor máximo era de R$ 10 milhões.

Dois Centros de Integração Social (CIS) serão construídos em Foz do Iguaçu. O primeiro tem investimento de R$ 4 milhões, sendo que o valor máximo era de R$ 4,6 milhões. E o segundo será erguido com investimento de R$ 3,9 milhões e o valor máximo era de R$ 4,5 milhões. Em Cascavel, a Penitenciária Industrial será ampliada, com valor de R$ 6,2 milhões, sendo que o mais alto era de R$ 7,2 milhões.

Em Guaíra, duas obras vão acontecer. Uma delas é a construção da Cadeia Pública, com 382 vagas, ao preço de R$ 8,2 milhões, sendo que o máximo era de R$ 9,5 milhões. A outra obra é a construção do Centro de Integração Social na cidade, com investimento de R$ 3,9 milhões, sendo que o valor mais alto era de R$ 4,6 milhões.

CENTRO-OESTE
 – Para Campo Mourão, duas obras serão executadas. Vai ser construída a Cadeia Pública, com 382 vagas, na Colônia Mourão, com valor de R$ 9,1 milhões, sendo que o máximo era de R$ 11,4 milhões. E um Centro de Integração Social também será construído, num prazo de 240 dias, com investimento de R$ 4 milhões, sendo que o valor mais alto era de R$ 4,5 milhões.

NORTE – Londrina terá três obras. Uma é a construção da Cadeia Pública, com 382 vagas, na Rodovia João Alves da Rocha Loures, ao preço de R$ 7,9 milhões, sendo que o máximo era de R$10,1 milhões. Outra é a construção do Centro de Integração Social, com investimento de R$ 4,3 milhões e o valor máximo era de R$ 4,9 milhões. A Casa de Custódia da cidade será ampliada, com preço de R$ 3,1 milhões, sendo que o valor mais alto era de R$ 3,5 milhões.

PARCERIA 
- Os Centros de Integração Social são espaços para o cumprimento de pena em regime semiaberto e têm capacidade para 216 vagas. Os projetos foram desenvolvidos em parceria entre Companhia de Habitação do Paraná (Cohapar) e Secretaria da Justiça, Cidadania e Direitos Humanos.

Fonte: Secretaria de Infraestrutura e Logística

PORQUE OS MAGISTRADOS NÃO SÃO TERROR PARA AS BOAS OBRAS , MAS PARA AS MÁS.       Romanos 13/3 a