sábado, 20 de julho de 2013

O QUE ESTÁ PRESO É O CORPO , NÃO A MENTE!!!


O cadeirante Jeferson Oliveira dos Santos conta com a ajuda de companheiros para se deslocarFoto: Tadeu Vilani / Agencia RBS


Projeto em galeria do Presídio Central integra presos em tratamento de drogas

A advogada Carmela Grüne, 30 anos, desenvolve trabalho voluntário na prisão de Porto Alegre


O que está preso é o corpo, não a mente. As palavras que abrem este texto formariam nada mais do que uma frase de efeito, não fosse a dedicação de uma jovem de 30 anos, advogada, jornalista, mestre em Direito e voluntária no Presídio Central de Porto Alegre.

Movida pela convicção de que não existe direito se não houver prática, há dois anos Carmela Grüne visita semanalmente o presídio considerado o pior da América Latina para desenvolver um projeto que garanta aos detentos liberdade, pelo menos, para se expressar.

— Por que as pessoas que estão presas precisam ser infelizes? Por que as memórias desse tempo no cárcere precisam ser apagadas? — questiona.
Leia mais:> "Eles são frutos da sociedade", diz diretor do Presídio Central

Criada em 2011, com apoio do Ministério Público do Estado (MP) e da Superintendência dos Serviços Penitenciários (Susepe), para atender presidiários em tratamento de dependência química, a galeria batizada com o sugestivo nome de "Luz no cárcere" era o espaço que Carmela buscava desde 2010 para poder agir no Presídio Central. Como era preciso reorganizar a forma como os presos usavam o tempo, Carmela, que já visitava semanalmente a área administrativa do Central, achou uma brecha para colocar cultura e cidadania na agenda dos detentos.

Os encontros são sempre registrados em fotos e vídeos, captados e editados por Carmela, com ajuda do realizador audiovisual João Antônio Teixeira Junior, 24 anos, também voluntário. O material é postado em uma página no Facebook que leva o nome do projeto: Direito no Cárcere. Tudo o que é produzido para ser publicado na rede é discutido, pensado e até ensaiado.

— Uma coisa é dar a máquina, outra coisa é trabalhar o interior deles e saber o que eles vão transmitir com aquela máquina. Aí eles começam a ver como eles são capazes de dizer o que pensam com legitimidade — frisa Carmela.

Apesar do apoio da sociedade civil, que garante 30 mil visualizações mensais à pagina do projeto, presidiários mostrando o rosto na internet desafiam os padrões do sistema prisional, tanto que a direção tentou proibir, mas os próprios detentos escreveram uma carta reivindicando o direito de ter direito sobre o uso da própria imagem.

A consciência sobre os próprios direitos é tema frequente de discussão nas visitas de Carmela, que montou uma biblioteca com livros jurídicos para que os apenados possam se aprofundar no assunto. Outras intervenções da jovem no ambiente são bem mais sutis. Um espelho foi colocado na sala de convivências da galeria E-1 — onde estão 61 presos — para que eles possam se ver. Fotos da turma estão fixadas em um painel para gerar mapas de memória. As grades da sala foram cobertas com cortinas brancas. O verde-escuro até a metade das paredes deu lugar ao branco, com a participação dos presos na pintura. Um mutirão levou grafiteiros à galeria para colorir o muro do pátio com arte. Uma vez por mês, uma banda faz show na E-1.

Talvez o resultado mais simbólico dessa ressignificação do espaço prisional seja percebido na convivência entre os detentos. Muitos ali eram pequenos traficantes, vendiam droga para sustentar o vício. Alguns mataram, outros roubaram, há quem tenha matado e roubado por causa da droga. Vieram de um período obscuro em que "eliminar" o outro era questão de sobrevivência. Hoje, enaltecem a solidariedade. Fazem questão de mostrar como cada um ajuda o outro com os conhecimentos que tem, seja uma receita de bolo ou assessoramento jurídico. É isso que os faz agora melhores do que antes. É isso que lhes dá esperança de amanhã voltar para a rua melhor do que saíram, contrariando o senso comum.


Liberdade para pensar no futuro

O projeto Direito no Cárcere ganha sentido quando os detentos começam a contar a sua história. O natural seria falar dos erros que cometeram para estar cumprindo pena encarcerados, mas não. Eles falam sobre seus projetos de vida para quando saírem da cadeia. A memória da escuridão só assombra a conversa como alavanca para reafirmar o compromisso de jamais voltar para aquela realidade. Ainda é difícil dimensionar o que acontece quando eles saem do presídio. Até então, a equipe já considera um alento a mudança de perspectiva. Conheça algumas dessas histórias.
Felipe quer fazer faculdade de Direito

A oratória de Felipe Loureiro Martins, 32 anos, impressiona. Não condiz com quem está concluindo o Ensino Médio dentro do Presídio Central. Ele aponta para a prateleira com dezenas de livros jurídicos para justificar de onde vem o conhecimento que lhe rendeu o apelido de "professor".

— Os guris brincam porque estou sempre lendo ou escrevendo. Já li todos os livros da galeria, fora os da biblioteca central — orgulha-se o rapaz, que em seguida entrega à reportagem um manuscrito do livro que ele mesmo está escrevendo.

Com material trazido pela mãe, já que nem papel e caneta o presídio oferece, Felipe reinterpreta o Código Penal sob a ótica do detento.

— O meu livro relata como o preso vê a justiça para si. Uma coisa é o direito na rua, outra é quando ele está segregado da sociedade. Quero preencher essa lacuna entre o preso e a sociedade, porque tem muitas pessoas que erraram, mas estão tentando se ressocializar — defende.

O conhecimento jurídico de Felipe não fica só no papel. Ele usa para fazer petições ao juiz e reduzir sua pena — e também a de colegas que ele assessora. Já conseguiu adiantar a progressão para o semiaberto de setembro para maio de 2014. Quando sair, quer tentar uma vaga na faculdade de Direito.

— Hoje eu recuperei minha dignidade. Quero levar adiante o que eu aprendi com meus erros, o que estou aprendendo com as pessoas que estão me ajudando a ter uma nova filosofia de vida — projeta.
Carmela Grune
Clederson aprendeu o que é solidariedade

Auxiliar de enfermaria na galeria E-1, Clederson Corrêa da Silveira, 30 anos, precisou ser preso pela segunda vez para entender o sentido da palavra solidariedade.

Ele ajuda cadeirantes, como Jeferson Oliveira dos Santos, 34 anos, a se deslocar no presídio, além de realizar tarefas do dia a dia, como trocar de roupa e cuidar da higiene. Clederson ajuda os colegas também com o conhecimento jurídico que já vinha buscando antes e agora vem ampliando no projeto. O último a quem ajudou a reduzir a pena saiu do Central para usar tornozeleira eletrônica no dia da entrevista.

— Eu sou um cara bom, isso vem de família — diz ele.

Recuperar a confiança da família é o maior desafio que Clederson vê pela frente. Paisagista, ele trabalhava com o irmão antes de se perder no vício. Já tinha tentado a recuperação, mas não resistiu e acabou caindo de novo. Com lágrimas nos olhos, fala sobre a maior conquista que teve desde que "encontrou a luz no cárcere", como ele mesmo diz:

— Graças ao projeto, recebi a visita da pessoa que eu mais amo no mundo, minha mãe.
Bento quer manter os filhos por perto

Com três filhos e dois netos, Carlos Alberto Machado Rodrigues, o Bento, 38 anos, olha para a rua pela janela do presídio como quem já se imagina pisando lá fora outra vez. Faltando sete meses para progredir ao semiaberto, Bento só pensa em ficar perto da família.

— Aqui é um lugar onde se pode mostrar para a sociedade que o preso tem recuperação — considera.

Pintor profissional, Bento mostrou habilidade com o rolo de tinta quando Carmela organizou o mutirão de pintura da galeria. Nos dias de visita, ele monta uma banquinha para vender bolo e ganhar um trocado. Quem ensinou a receita foi Felipe, o aspirante a calouro de Direito, que é confeiteiro de ofício.

— Aqui a gente tenta ajudar um ao outro — resume Bento.

O forno é improvisado com uma panela e um pano de prato para cobrir a forma sobre o fogareiro elétrico. Improviso é o que não falta na galeria, apesar de não ter superlotação como nas demais áreas do Central. Uma escova de dentes enfiada em um buraco na parede serve de gancho para pendurar a sacola de pão — se deixar no chão, as baratas atacam, dizem eles. Fios de ventilador e outros equipamentos estragados são reaproveitados, encapados com sacolas, para fazer instalações elétricas nas celas. Até para driblar dificuldades estruturais da cadeia, os detentos demonstram criatividade e força de vontade.
Dependência química nas cadeias

— A Susepe dispõe de 18 vagas no Hospital Vila Nova para o tratamento de desintoxicação, onde o dependente fica 21 dias internado.
— As vagas são distribuídas entre apenados do Presídio Central, da Penitenciária Feminina de Guaíba, da Penitenciária Modulada de Osório e da Penitenciária Modulada de Charqueadas.
— O Central é o único presídio que tem uma galeria totalmente livre de drogas para receber os apenados após a desintoxicação, mas há acompanhamento médico e de assistente social para dar continuidade ao tratamento em todas as cadeias.
— O tratamento não é compulsório, depende do interesse do dependente em abandonar o vício.
— A Susepe não dispõe de estatísticas quanto ao índice de dependência química nas cadeias.

Fonte: diretora do Departamento de Tratamento Penal da Susepe, Sandra Fonseca.
lembraivos  dos presos ......       hebreus 13/3

sexta-feira, 19 de julho de 2013

VISITA DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES NOS PRESIDIOS .

 VISITAS DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES


As visitas de crianças e adolescentes, serão realizadas mensalmente, no segundo final de semana de cada mês.

Deverá ser realizada com um acompanhante portando Credencial de Visitas e outro documento oficial com foto, podendo ser o pai, a mãe ou o representante legal, que deverá assinar o Termo de Responsabilidade e Compromisso em Relação à Conduta das Visitas dos Menores de Idade, submetida à concordância do preso em relação ao menor e a seu responsável na primeira emissão de credencial.

No Complexo Médico Penal - CMP as visitas de crianças com idade inferior a 12 (doze) anos e ocorrerá em local designado pela Direção do Estabelecimento.

Nos dias de visitas das crianças e adolescentes não serão permitidas visitas íntimas e nem será liberada visita aos demais custodiados.

Nos dias em que houver visitação de menores de idade fica vedada qualquer atividade comemorativa no Estabelecimento Penal administrado pela SEJU/DEPEN.

Os responsáveis pelas crianças e adolescentes devem estar presentes durante todo o procedimento de revista.

VISITAS CONDICIONADAS A AUTORIZAÇÃO JUDICIAL

As visitas de adolescentes com idade inferior a 18 (dezoito) anos só serão admitidas, na condição de companheiro/a, mediante decisão judicial. Salvo se forem emancipados e apresentarem certidão de nascimento com a emancipação averbada e também escritura pública.

Os menores de idade que foram abusados ou vítimas de violência sexual por parte do preso, só poderão visitá-lo mediante decisão judicial.

CANCELAMENTO DA VISITA DO CÔNJUGE OU COMPANHEIRO(A)


Nos casos em que houver arrependimento mediante cancelamento por qualquer das partes envolvidas e havendo aceitação da outra, poderá haver a reativação da Credencial de Visitas, a qualquer tempo, desde que apresentada toda documentação e ainda a Certidão de Nascimento atualizada e a escritura pública de união estável assinada por ambas às partes se era companheira antiga, cadastrada antes de março de 2012.

Na desistência ou cancelamento da visita de amigo, cônjuge ou companheiro(a), não poderá ser solicitado visita a outro custodiado nos Estabelecimentos Penais administrados pela SEJU, salvo na condição de cônjuge ou ex-companheiro/a se tiverem filhos em comum ou por decisão judicial.


SE TU SENHOR ,OBSERVARES AS INIQUIDADES, SENHOR , QUEM SUBSISTIRÁ.
                                             Salmos 130/3

quinta-feira, 18 de julho de 2013

DELEGACIAS DA MULHER: ENDEREÇOS E FONES DE TODOS OS ESTADOS.

ACRE

Rio Branco
Delegacia de Defesa da Mulher
Endereço: Via Chico Mendes s/n,segundo Distrito ao lado do Deracre
Tel.: (68) 3221-4799

ALAGOAS

Maceió
Delegacia de Defesa da Mulher
Endereço: Rua Boa Vista,443,centro
Tel.: (82) 3221-0676

AMAPÁ

Macapá
Delegacia de Crimes Contra a Mulher
Endereço: Rua Rio Juruá,1610,Santa Inês
Tel.: (96) 3212-8128

AMAZONAS

Manaus
Delegacia Especializada de Crimes Contra a Mulher
Endereço: Rua Recife s/n,conjunto Eldorado,parque 10

Tel.: (92) 3236-7012

BAHIA

Salvador Delegacia de Proteção à Mulher
Endereço: Rua Padre Luis Figueiras,s/n - Engenho Velho de Brotas
Tel.: (71) 3116-7004

DEAM - Delegaria Especial de Atendimento à Mulher
Endereço: Praça da Bandeira, 01 - Centro
Itabuna
Cep.: 45.600-000
Tel: (73)3211-5881

CEARÁ

Fortaleza
Delegacia de Defesa da Mulher
Endereço: Rua Manuelito Moreira,12- Centro
Tel.: (85) 3101-2495

DISTRITO FEDERAL

Brasília
Delegacia Especial de Atendimento à Mulher
Endereço: EQS, 204/205 - Asa Sul
Tel.: (61) 3442-4300

ESPÍRITO SANTO

Vitória
Delegacia da Mulher de Vitória
Endereço: Rua Portinari, s/n - Bairro Santa Luiza
Tel.: (27) 3137-9115

GOIÁS

Goiânia
Delegacia de Defesa e Proteção da Mulher
Endereço: Rua 24, 203,Qd.49,Lote.27- Centro
Tel.: (62) 3201-1818

MARANHÃO

São Luís
Delegacia Especial da Mulher
Endereço: Av. Beira Mar, s/n Centro
Tel.: (98) 3221-2338

Imperatriz
Delegacia Especial da Mulher
Endereço: Rua Sousa Lima, 167 - Centro
Tel.: (99) 3525-1545

MATO GROSSO

Cuiabá
Delegacia Especializada de Defesa da Mulher
Endereço: Av.Historiador Rubens de Mendonça,4321,Bairro Morada do Ouro

Tel.: (65) 3644-1268

MATO GROSSO DO SUL

Campo Grande
Delegacia de Atendimento à Mulher
Endereço: Rua Arlindo de Andrade, 145 - Bairro Amambaí
Tel.: (67) 3384-1149

MINAS GERAIS

Belo Horizonte
Delegacia Especializada de Crimes Contra a Mulher
Endereço: Rua Paracatu,812- Santo Agostinho
Tel.: (31) 3330-1758

Betim
Delegacia Especializada de Crimes Contra a Mulher
Endereço: Rua Dona Cecília Júlia do Prado,255- Centro
Tel.: 3531-3056

Contagem
Delegacia Especializada de Crimes Contra a Mulher
Endereço: Rua José Carlos Camargos, 218 - Centro
Tel.: (31) 3398-5808

Venda Nova
Delegacia Especializada de Crimes Contra a Mulher
Endereço: Rua Martinica- Santa Branca,prédio da 7° Delegacia Seccional
PARÁ

Belém
Divisão de Crimes Contra a Integridade da Mulher
Endereço: Travessa Vileta,entre Primeiro de dezembro e Almirante Barroso,2914- Bairro Marco
Tel.: (91) 3246-6470

PARAÍBA

João Pessoa
Delegacia da Mulher/ Superintendência Regional de Polícia Civil
Endereço: Av.Dom Pedro I,414- Centro
Tel.: (83) 3218-5316

PARANÁ

Curitiba
Delegacia da Mulher
Endereço: Rua Presidente Carlos Cavalcanti, 480 - Centro
Tel.: (41) 3223-5323

PERNAMBUCO

Recife
1ª Delegacia da Mulher
Endereço: Rua do Pombal,s/n- Praça Campo Santo Amaro
Tel.: (81) 3301-1387

PIAUÍ

Teresina
Delegacia Especializada dos Direitos da Mulher
Endereço: Rua Paissandu,2058- Centro
Tel.: (86) 3222-2323

Delegacia da Mulher Zona Norte
Endereço: Rua Bom Jesus com Oscar Clark,s/n- Bairro Buenos Aires
Tel.: (86) 3214-2000

RIO DE JANEIRO

Niterói
Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher
Endereço: Av. Amaral Peixoto, 577 - Centro
Tel.: (21) 3399-3701/ 3399-3700/ 3399-3703/ 3399-3698

Nova Iguaçu
Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher
Endereço: Rua Joaquim Sepa, 180 - Marco II
Tel.: (21) 3779-9555/3779-9543/3779-9168/3779-9184

São Gonçalo
Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher
Endereço: Avenida 18 do Forte, 578 – Mutuá
Tel.: (021) 3399-3730/ 3399-3733/3119-3515/3119-3882

Rio de Janeiro
Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher
Endereço: Av. Visconde do Rio Branco, 12- Centro
Tel.: 2332-9994/2334-9859/2332-9996/2224-6643

Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher
Endereço: Av.Maria Teresa,lote 8 - 2º andar - Campo Grande
Tel.: (021) 2332-7644/7648/7645/7638/7649

Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher
Endereço: Rua Tenente José Dias,344 - Duque de Caxias
Tel.: 2775-1549/2671-7757

Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher
Endereço: Av. Retiro da Imprensa, 800, Bairro Piam - Belford Roxo
Tel.: 3771-1135/3771-1894/3771-1475

Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher
Endereço: Rua Henriqueta, 197 - Largo do Tanque - Jacarepaguá
Tel.: 2332-2578/2332-2575/2332-2574/2332-2580/2332-2581

Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher
Endereço: Rua General Nilton Fontoura, 540,Jardim Paraíba- Volta Redonda
Tel.: (24)3337-5538/3339-2429/3337-9569/3337-538/3339/2169


RIO GRANDE DO NORTE

Natal
Delegacia Especializa em Defesa da Mulher
Endereço: Rua do Saneamento,228 -Ribeira

Tel.: (84) 3232-2526

RIO GRANDE DO SUL

Canoas
Delegacia para a Mulher
Endereço: Rua Major Sezefredo,680 - Vila Rosa
Tel.: (51) 3476-2056Porto Alegre

Porto Alegre
Delegacia de Polícia da Mulher Endereço: Av João Pessoa,2050 - Bairro Azenha

Tel.:(51) 3288-2172

São Leopoldo
Posto Policial para a Mulher
Endereço: Rua Pandiá Calógeras, 156 - Cristo Rei
Tel.:(51) 3591-3499

RONDÔNIA

Porto Velho
Delegacia Especializada em Defesa da Mulher e Família
Endereço: Av. sete de setembro com Euclides da Cunha,1878-Centro

Tel.:(69) 3216-8800

RORAIMA

Boa Vista
Delegacia de Defesa da Mulher
Endereço: Rua Terêncio Lima,2020 - Bairro Centro

Tel.: (95) 3623-3248

SANTA CATARINA

Blumenau
Delegacia de Proteção à Mulher, à Criança e ao Adolescente
Endereço: Rua Jacó Brueckheimer,326 - Bairro da Velha
Tel.: (47) 3329-8829

Florianópolis
Delegacia de Proteção à Mulher e ao Menor Infrator
Endereço: Rua Delminda da Silveira,811,fundos promenor,Bairro Agronômica

Tel.:(48)3228-5304

Joinville
Delegacia de Proteção à Mulher, à Criança e ao Adolescente
Endereço: Rua Placido Olimpio de Oliveira,843 - Bucarein

Tel.: (47) 461-3807

SÃO PAULO

São Paulo
1ª Delegacia de Polícia de Defesa da Mulher
Endereço: Rua Dr. Bittencourt Rodrigues, 200 - Sé
Tel.: (11) 3241-3328

2ª Delegacia de Polícia de Defesa da Mulher
Endereço: Av. Onze de Junho, 89, 2º andar - Vila Clementino
Tel.: (11) 5084-2579

3ª Delegacia de Polícia de Defesa da Mulher
Endereço: Av. Corifeu de Azevedo Marques, 430, 2º andar - Jaguaré
Tel.: (11) 3768-4664

4ª Delegacia de Polícia de Defesa da Mulher
Endereço: Av. Itaberaba, 731, 1º andar - Freguesia do Ó
Tel.: (11) 3976-2908

5ª Delegacia de Polícia de Defesa da Mulher
Endereço: Rua Dr. Corinto Baldoíno Costa, 400 - Parque São Jorge
Tel.: (11) 6941-9770

6ª Delegacia de Polícia de Defesa da Mulher
Endereço: Rua Sargento Manoel Barbosa da Silva, 115 - Campo Grande
Tel.: (11) 5686-1895

7ª Delegacia de Polícia de Defesa da Mulher
Endereço: Rua Dríades, 50, 2º andar - Vila Jacuí
Tel.: (11) 6154-1362

8ª Delegacia de Polícia de Defesa da Mulher
Endereço: Av. Osvaldo Valle Cordeiro, 190 - Jardim Marília
Tel.: (11) 6742-1701

9º Delegacia de Polícia de Defesa da Mulher
Endereço: Av. Menotti Laudisio, 286 - Pirituba
Tel.: (11) 3974-8890

SERGIPE

Aracaju
Delegacia Especial de Proteção à Mulher
Endereço: Av. Augusto Mainard,274 - Bairro São José
Tel.: (79) 3213-1238

TOCANTINS

Palmas - Núcleo Centro
Delegacia Especializada em Defesa da Mulher
Endereço: 103 norte Rua NO,03 - lote 35
Tel.: (63) 3218-6878

Palmas - Núcleo Sul
Delegacia Especializada em Defesa da Mulher
Endereço: Rua 09,quadra 02 Ao lado do Shopping Cidadania - Taquaralto
Tel.: (63) 3218-1896

IGUALMENTE VÓS MARIDOS , COABITAI COM ELAS COM ENTENDIMENTO , DANDO HONRA Á MULHER , COMO VASO MAIS FRÁGIL.....      1 Pedro 3/7



terça-feira, 16 de julho de 2013

PARANÁ: MUTIRÃO CARCERÁRIO CONCEDE 387 ALVARÁ DE SOLTURA.

Concluído nesta quarta-feira (10/07), pelo Poder Judiciário, o 5º Mutirão Carcerário do Paraná, iniciado no último dia 02, analisou 1.806 processos com pedidos de benefícios de detentos do sistema prisional Estado. Foram concedidos 1.490 benefícios, sendo 387 alvarás de soltura, 325 progressões de pena para o regime semiaberto, 667 remições de pena por atividades desenvolvidas como de trabalho e educação e 111 comutações de pena e indultos a presos que já tinham direitos adquiridos. Participaram as três Varas de Execução Penal (Vep's) de Curitiba e, pela primeira vez, as de Foz do Iguaçu e Francisco Beltrão.

Segundo Eduardo Lino Bueno Fagundes Júnior, juiz da 1ª Secretaria de Execuções Penais do Paraná e um dos responsáveis pelo Mutirão Carcerário, restam ainda para análise outros 1.863 pedidos de benefícios nas Vep”s do Estado. “Esse número era de 5.570 em março deste ano e a redução deve-se aos cinco mutirões carcerários realizados neste ano”, afirmou.

A Secretária da Justiça, Cidadania e Direitos Humanos, Maria Tereza Uille Gomes, disse que os mutirões são uma forma de respeitar os direitos que as pessoas privadas de liberdade já adquiriram e, ao mesmo tempo, de liberar vagas no sistema penitenciário, contribuindo no processo de redução da superlotação carcerária que o Paraná vem desenvolvendo. “Em dois anos e meio caiu 62% a superlotação das delegacias de policia do Estado. O excedente, que era de 11.718 presos em janeiro de 2011, agora é de 4.408”, disse Maria Tereza. 

Informatização- O trabalho realizado pelos juízes e funcionários das cinco Vep's, com apoio de técnicos do Departamento de Execução Penal (DEPEN), da Secretária da Justiça, Cidadania e Direitos Humanos (SEJU), bem como da Defensoria Pública e do Ministério Público do Paraná, foi agilizado com a utilização do sistema de informação do Poder Judiciário e do Business Intelligence – BI, do Governo do Paraná. Este sistema, desenvolvido pela SEJU e Celepar, reúne todas as informações sobre as unidades prisionais e a vida prisional de cada apenado do Estado.

Nos quatro mutirões carcerários realizados em janeiro, março, abril e maio deste ano foram analisados 3.049 pedidos de benefício, sendo concedidos 785 alvarás de soltura. Ao mesmo tempo, 587 apenados passaram para o regime semiaberto, abrindo vagas no regime fechado, e foram concedidos outros 1.584 benefícios.




Irmão Charles Gualberto cumpriu sua pena e recebeu seu alvará de soltura neste mutirão.


   





Tu lhes darás recompensa , Senhor conforme a obra da suas mãos . LAMENTAÇÕES 3/64

segunda-feira, 15 de julho de 2013

PEP 2 PIRAQUARA PR. 960 DETENTOS : OREMOS POR ELES.

Penitenciária Estadual de Piraquara II - PEP II



Rua Ezídio Alves Ribeiro, s/n Bairro Palmeiras       pep2_2
83301970 – Piraquara – Paraná
E-mail: pep2.depen@depen.pr.gov.br
Fone: (41) 3589-8000
Diretor: Marcos Marcelo Muller
Vice-Diretor: Sergio Padilha


Estabelecimento Penal de Segurança Máxima, destinado a presos condenados, do sexo masculino.

HISTÓRIA E COMPETÊNCIAS


Em 19 de junho de 2006 foi inaugurado o Centro de Detenção e Ressocialização de Piraquara, na Região Metropolitana de Curitiba.Trata-se de uma unidade penal de regime fechado e de segurança máxima, para presos condenados.

Construído com custo reduzido de (R$11.345.430,33) com um custo por vaga de (R$ 14.101,11) a PEP II tem capacidade de 960 vagas carcerárias ocupadas por presos da Prisão Provisória de Curitiba – PPC e do Centro de Observação Criminológica e Triagem – COT, e outros.

Na data de 24/11/2010 a unidade sofreu uma alteração de nomenclatura, passando a chamar Penitenciária Estadual de Piraquara II - PEP-II, de acordo com o descrito no decreto nº 8839/2010, publicado no diário oficial nº 8349 de 24/11/2010. 


COMPETÊNCIAS

A segurança e a custódia dos presos que se encontram cumprindo pena no estabelecimento, em regime fechado.

A promoção da reintegração social dos presos e o zelo pelo seu bem-estar, através da prestação de assistência jurídica, psicológica, social, médica, odontológica, religiosa, materiais e outros.

Assistência aos familiares dos presos.



Estrutura Física

  • Área do terreno: 14,809,60 m2
  • Área construída: 9.970 m2
  • Capacidade de 928 presos
  • Nº de Galerias: 30
  • Nº de Cubículos/Alojamentos: 240
  • Nº de Solitárias: 32
  • Nº de Refeitórios:  01
  • Nº de Pátios: 12
  • Consultório Médico: 1
  • Consultório Odontológico: 1


Período
André Luiz Ayres Kendrick
04/2006 a 10/2006
Flavio Lopes Buchmann
10/2006 a 18/09/2008
Ademilson José Miranda
18/09/2008 a 03/01/2011
Marcos Marcelo Muller
01/08/2011 a 
Estamos iniciando um propósito de oração em favor dos presidiários, e suas respectivas unidades prisionais.
Começamos com a unidade PEP 2 de Piraquara- Paraná que tem mais de 900 detentos.
Convidamos os cristãos do Brasil e do mundo para nos unirmos neste propósito de oração.

LEMBRAI-VOS DOS PRESOS , COMO SE ESTIVÉSSEIS PRESOS COM ELES... Hebreus 13/3