segunda-feira, 11 de setembro de 2017

PRESÍDIOS DO PARANÁ : NOVOS BATISMOS , MAIS VIDAS COM JESUS CRISTO!!





Agradecemos muito a Deus ,  autoridades do DEPEN e direção dos presídios , pelo desejo que eles tem de ver os internos das unidades prisional do Paraná sendo transformado e libertos .
No mês de agosto e setembro de 2017 a Igreja Missão Cristã realizou novos batismos em presídios de segurança máxima , onde muitos internos tem entregue suas vidas para o Senhor Jesus Cristo .
O projeto "Bíblias nos Presídios" continua em marcha , agora são 14 unidades atendidas de Curitiba e região metropolitana , agradecemos a cada uma da pessoas que tem contribuído com este projeto.
Estamos tratando ainda que com muitas dificuldades cumprir o "IDE" do Senhor Jesus Cristo !!
OREM PELO EVANGELISMO PRISIONAL !!

 Pastor Hugo Daniel e equipe evangelizando os presídios do Paraná .







Portanto, ide e fazei com que todos os povos da terra se tornem discípulos, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo;  MATEUS 28/19

sexta-feira, 21 de julho de 2017

GOLEADA HISTÓRICA EM JOGO DENTRO DO PRESÍDIO PCE !!!!!


O time da Faxina, fardado inteiramente de branco, aplicou a maior goleada do Campeonato de Futebol PCE 2017: 36 x 1. Quase um gol por minuto (o jogo tem 40), baile, chocolate, cinco vezes o que a Alemanha fez sobre o Brasil na Copa do Mundo de 2014. Mas as comemorações repetitivas não bastaram para fazer dos donos da vassoura campeões. O troféu foi disputado em final de jogo único, na última quarta-feira (26), entre a Faxina e a Lavanderia, e ficou nas mãos do agrupado das roupas, que traja Adidas e uma camiseta azul da Gráfica Bamerindus. O terceiro lugar foi conquistado pelo time B da Cozinha – como o setor é grande, foi dividido em A e B.
O artilheiro, J.O.S, fez 42 gols, muito mais do que um por jogo. O time do setor de Sabão, onde os presos aprendem química e fazem produtos de limpeza e higiene pessoal para toda a penitenciária e, eventualmente, para unidades vizinhas, foi o lanterna, sem vitórias. 
Há pelo menos dez anos a Penitenciária Central do Estado (PCE) não vibrava ao som de um torneio do esporte que corre na seiva do brasileiro. A unidade abriga quase 1.700 presos na Região Metropolitana de Curitiba e é a maior do Paraná do regime fechado. No passado, o local chegou a abrigar um campo de futebol, que foi substituído por novas celas depois de uma das maiores rebeliões do estado, no início dos anos 2010.
O campeonato começou em fevereiro e foi organizado para unificar os presos do mesmo bloco (prédio), da mesma galeria (parte desse prédio) e do mesmo setor de trabalho. A final da última semana foi entre os atletas dos setores, que têm mais tempo livre para jogar, logo após o horário de almoço, nos pátios de visita dos familiares, que são próximos à entrada do presídio e coloridos de todo tipo para minimizar o impacto das grades para os pequenos. Apenas 30% dos presos da PCE estão envolvidos em atividades educacionais ou laborais, com possibilidade de remição: 322 trabalham em canteiros internos ou externos (empresas), 93 estudam e 90 fazem remição por leitura – os demais 70% aguardam vaga nos programas.
O torneio dos internos deve se encerrar ainda em maio, e se prolongou além do outro porque os presos jogam apenas no pátio de sol, uma vez por semana. A unidade já estuda uma espécie de cruzamento entre os campeões para atestar a soberania do presídio. A PCE tem seis blocos com quatro galerias cada. São 420 presos por bloco, em média. As galerias se dividiram em times A e B, ou seja, cada bloco montou oito times, que se cruzaram em turno e returno. Os vencedores ainda jogarão entre si para definir o campeão dos blocos.
E também há ideia de um cruzamento com a equipe campeã da Penitenciária Central do Estado – Unidade de Progressão (PCE-UP), projeto pioneiro do Grupo de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário do Paraná. Essa unidade abriga 160 presos que estão prestes a progredir para o regime semiaberto e entrega estudo e trabalho a todos em tempo integral.
Para Antonio Nery de Souza Junior, o Toninho, agente penitenciário que organiza as tabelas ao lado dos presos, e que trabalha há uma década na unidade, a ideia do torneio é entreter e dar responsabilidade aos presos. “É um projeto que começou com o chefe de segurança, José Luis Siscato, e foi desenvolvido por nós e pela equipe pedagógica. O futebol tem esse poder no Brasil, é um esporte que une as pessoas”, conta.
Já a presidente do Conselho da Comunidade da Comarca da Região Metropolitana de Curitiba, Isabel Kugler Mendes, afirma que o esporte é importante na questão física e psicológica dos presos. “Nós vivemos um momento de questionamentos no sistema penitenciário nacional, e pequenas iniciativas como essa mostram que apenas a boa vontade e a seriedade podem mudar o destino dessas pessoas, e é isso que a Lei de Execução Penal determina. Eles contraíram uma dívida com a sociedade. Poderia ser uma televisão, um carro. Mas a dívida deles é com a sociedade. Por isso, nós temos que pensar na dignidade dessas pessoas para o momento da volta”, pondera. O Conselho da Comunidade foi responsável pela premiação do torneio.




domingo, 9 de julho de 2017

DEPEN NACIONAL QUER REGISTRO CIVIL DE PRESIDIÁRIOS NO BRASIL !!


O Departamento Penitenciário Nacional desenvolveu uma parceria para garantir o registro civil para detentos em unidades prisionais de 16 estados. O projeto, chamado Identidade Cidadã, tem o apoio da Associação dos Notários e Registradores do Brasil, já promoveu as atividades em 21 presídios brasileiros e tem o objetivo de reverter uma realidade que atinge quase a totalidade dos detentos.
De acordo com o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), a iniciativa foi lançada em 2014 e atende, nesta primeira fase, penitenciárias femininas e unidades de regime semiaberto. Nas capitais onde já funciona, o projeto busca sensibilizar os cartórios de registro civil e, depois, promove visitas aos detentos para coleta de dados.
O objetivo é possibilitar o acesso dos internos a documentos pessoais que, muitas vezes, se perderam durante prisão ou sequer chegaram a ser expedidos. Sem a carteira de identidade e o CPF, por exemplo, eles também não conseguem participar de projetos sociais nas penitenciárias nem se matricularem em cursos que podem prepará-los para o mercado de trabalho após o cumprimento da pena.
Além do Registro Civil, é possível obter a segunda via da certidão de casamento dos presidiários. De acordo com o Ministério da Justiça, nove em cada dez, ou 91,33% dos detentos brasileiros não têm qualquer documento pessoal em seu prontuário no estabelecimento prisional, o que dificulta a ressocialização.
“Para quem nunca foi preso, a falta de documentos já é grave. Para aqueles que têm contra si o estigma de terem sido presos e muitas vezes condenados por crime, essa falta é um obstáculo invencível para integração”, diz o conselheiro do CNJ, Rogério Nascimento, coordenador do Grupo Especial de Monitoramento e Fiscalização do sistema prisional da Região Norte.

No Paraná o registro civil tem fornecido RG para grande parte dos internos do sistema penal paranaense , como assim também existe parceria de alguns cartório com a direção das unidades para realizar casamentos coletivos dentro das unidades , a fim de regularizar a situação de muito casais que não casaram legalmente .
Pastor Hugo Chavez tem realizado em parceria com cartórios a cerimonia religiosa dos casamentos coletivos nos presídios paranaenses .







Assim, já não são dois, mas uma só carne. Portanto, o que Deus uniu o homem não separe!!!


quarta-feira, 7 de junho de 2017

PRESIDIÁRIOS TAMBÉM SÃO SOLIDÁRIOS !!


As chuvas que castigaram a Zona da Mata e o Agreste de Pernambuco, durante o mês de maio, deixaram mais de 55 mil pessoas fora de casa, além de prejuízos e seis mortes em todo o estado. Para ajudar as vítimas das inundações, detentos dos presídios Juiz Antônio Luiz Lins de Barros (Pjallb), no Recife, e de Igarassu (PIG), na Região Metropolitana, decidiram doar todos os materiais que receberam dos familiares, na visita de sábado (3), para as milhares de pessoas que continuam desabrigadas.
Ao todo, nos dois presídios, foram arrecadados 1.500 quilos de alimentos, 800 peças de roupas, além de materiais de higiene pessoal e outros insumos. De acordo com a Defesa Civil, em todo o estado, há 3.664 desabrigados, que foram encaminhados a prédios públicos, e 40.106 desalojados, que estão abrigados em casas de parentes ou amigos, totalizando 43.770 pessoas sem casa.
As doações foram levadas ao Quartel do Derby, no Centro do Recife, um dos pontos de arrecadação da Defesa Civil. Elas seguirão para os municípios atingidos pelas chuvas.


Na quinta-feira (1º), detentos de unidades do sistema penitenciário de Pernambuco começaram a produzir pães para distribuir para vítimas das chuvas e enchentes no estado. De acordo com a Secretaria de Justiça e Direitos Humanos (SJDH), 35 presidiários estão trabalhando nas cozinhas industriais para fabricar os alimentos que serão enviados a dez municípios.
Estão envolvido na produção dos pães detentos das três unidades prisionais do Complexo Prisional do Curado, na Zona Oeste do Recife. Também participam reeducandos do Centro Regional do Agreste (CRA), em Canhotinho, no Agreste, do Presídio Romildo da Rocha Leão (PRRL), em Palmares; na Mata Sul, além de presidiários do Presídio Juiz Plácido de Souza (PJPS), em Caruaru, no Agreste.
Prejuízos
Desde os dias 27 e 28 de maio, chuvas fortes atingem várias regiões do estado, provocando enchentes de rios e deslizamentos de barreiras e o decreto de estado de emergência em 27 cidades. De acordo com dados do governo do estado, o número de desabrigados e desalojados chegou a 55,1 mil pessoas no dia 31 de maio. Ao todo, seis pessoas morreram, sendo duas no Recife, duas em Caruaru e duas em Lagoa dos Gatos.