sábado, 5 de setembro de 2015

PRIVATIZAÇÃO DE PRESÍDIOS : SOLUÇÃO OU EXPLORAÇÃO ??


De acordo com o relatório final da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Sistema Carcerário Brasileiro recentemente publicado, a privatização total ou parcial do sistema é a melhor aposta para o fim da crise em que os presídios se encontram.
Maus-tratos e violência; falta de condições materiais, de acesso a saúde, educação, defesa e trabalho; e superlotação das prisões brasileiras são problemas que os/as deputados/as creem que serão resolvidos com a terceirização das cadeias.
Viviane afirma que “o encarceramento em massa é agravado com o modelo de privatização de presídios, que trata o preso como mercadoria e o sistema prisional como um mercado lucrativo em expansão a ser explorado.” Ela conta que a construção de um presídio privado para homens e mulheres está sendo negociada em Resende, no Rio de Janeiro, além da criação de uma cadeia feminina na Paraíba, que seguirá os mesmos moldes.
Para Silvia Patrícia, “o sistema prisional brasileiro está sucateado e falido, então é passada a falsa imagem de que a grande solução é a privatização dos serviços e das unidades prisionais.”
Presídio de Ribeirão das Neves
Existem aproximadamente 200 presídios privados no mundo todo, sendo que metade está localizada nos Estados Unidos. Foram essas penitenciárias que moldaram a PPP de Ribeirão das Neves, que teve seu contrato assinado em 2009, na gestão do então governador Aécio Neves (PSDB).
O complexo de cinco unidades, resultado da parceria entre os Gestores Prisionais Associados (GPA) e o Estado mineiro começou a ser construído em 2013 com um orçamento de R$ 280 milhões. O presídio se assemelha às cadeias dos Estados Unidos, que têm sistema de vigilância eletrônica e celas com aberturas automáticas.
A PPP prevê assistência jurídica, odontológica e médica, além de funcionários/as contratados/as pela própria empresa. Cada preso custa R$ 2,7 mil mensais do Estado, 66% a mais do valor gasto com os presídios públicos. Então, na prática, é muito mais caro terceirizar.
Das 3.336 vagas da PPP de Ribeirão das Neves, pelo menos 90% devem estar sempre ocupadas, de acordo com uma das cláusulas do contrato firmado pelo prazo de 27 anos. “Quanto mais se encarcera, mais rentabilidade tem o negócio. O Estado mantém as unidades abarrotadas, sempre dentro da cota, para cumprir seu contrato”, explica Silvia Patrícia.
O presídio seleciona os/as presos/as: não podem fazer parte de facções criminosas, nem ter cometido crimes hediondos, para que o andamento do projeto seja efetivo. “É uma forma de camuflar os resultados negativos da privatização dos presídios e vender ao público uma imagem de que a terceirização é a solução para a ressocialização do preso”, acredita a conselheira penitenciária.

E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.” 

                                                                                                                                                        joão 8/32

quarta-feira, 5 de agosto de 2015

PEP 1 EM 2014 0 PRESÍDIO MAIS PERIGOSO DO PARANÁ !! DEUS NOS ABRIU MAIS ESTA PORTA PARA EVANGELIZAR !!


O Departamento Penitenciário do Paraná (Depen) assumiu  a crise na Penitenciária Estadual de Piraquara I (PEP I), entre agentes penitenciários e presos. Nova diretoria foi designada para recolocar a disciplina nos eixos. O novo diretor, Adriano de Souza Rodrigues, que veio da vice-diretoria da Casa de Custódia de São José dos Pinhais, o vice-diretor Adilson Leoni, que já esteve na direção da PEP I por duas vezes e veio da Penitenciária Central do Estado, e o chefe de segurança Jeferson de Paula Cavalheiro tem missão urgente de restabelecer a moral dos agentes penitenciários, fazer os presos cumprirem normas e providenciar reformas estruturais e de segurança.

Todos os presos ligados a grupos criminosos, ditos faccionados, principalmente as lideranças do Primeiro Comando da Capital (PCC), foram reunidos dentro da PEP I. Por conta disto, o presídio é tido como o mais perigoso do Paraná. Os agentes penitenciários que lá trabalham afirmam que os presos mandam na unidade. Os faccionados começaram a “mostrar quem manda” no início do ano passado. Em situações distintas, dois agentes penitenciários foram assassinados e outros dois baleados quando chegavam em casa. Os agentes garantem que foram crimes orquestrados pelo PCC para impor o terror.

Facilidades


Nos últimos cinco meses, por corrupção ou por medo de serem mortos ou de seus familiares sofrerem represália, os funcionários têm permitido a entrada de drogas e celulares nas celas. Alguns materiais ilícitos são levados pelos próprios agentes, outros chegam em marmitas ou no corpo de visitantes, que colocam drogas e celulares nas partes íntimas ou engolem buchas de drogas, para não serem pegos na revista. Dentro do pátio, durante o banho de sol, presos usam e traficam drogas na frente dos agentes. Os funcionários, por sua vez, dizem que fazem “vistas grossas” por medo de represálias ou porque comunicam o fato à direção do presídio e nenhuma atitude é tomada.

Qualquer tentativa dos agentes em seguir as regras e barrar entrada dos produtos proibidos na cadeia, ou a negativa às exigências dos presos, viram represálias. Um agente apanhou severamente dos detentos no início do mês passado. Outros dois por pouco também não apanharam, duas semanas depois. O agente agredido teria sido pego como “exemplo”, para que agente nenhum se atrevesse a ir contra os pedidos dos presos.

Crise



Além de traficar drogas e celulares, internos danificam estrutura.

O atual diretor do Depen, Cezinando Paredes, que assumiu cargo pela terceira vez. Ele substitui Maurício Kheune. Paredes trabalha desde 1983 no sistema penitenciário e já foi diretor de algumas unidades. Em entrevista exclusiva à Tribuna, Paredes explicou que montou a nova diretoria para a PEP I, levando em conta pessoas que saibam lidar melhor com presos faccionados e indisciplinados. “Temos que reerguer a moral dos funcionários, com uma diretoria que trabalhe junto com eles. Também precisamos analisar as exigências dos presos, dar a eles o que a lei lhes garante, como visitas, trabalho, condições de higiene e saúde, atendimento social e jurídico. Mas também precisamos exigir mais disciplina”, explica o diretor do Depen.

Sindicato

Para Antony Johnson, vice-presidente do Sindicato dos Agentes Penitenciários do Paraná, a mudança de diretoria sinaliza a vontade da Secretaria de Justiça (Seju) em resolver a crise. “Quero ver se a Seju vai dar ao Depen e aos novos diretores autonomia para resolver o problema”, desafiou.

Reclamações não faltam

Arquivo
Cezinando é o novo diretor do Depen.
O novo diretor do Depen, Cezinando Paredes (foto), tem uma legião de agentes penitenciários insatisfeitos com as condições de trabalho para lidar. Os funcionários reclamam da estrutura física precária de muitos presídios e da falta de equipamentos de segurança adequados, da falta de efetivo e do desrespeito dos presos. Na PEP I, por exemplo, faltam raquetes detectoras de metal e raio-x, para verificar marmitas, sacolas de mantimentos e visitantes; não há radiocomunicadores suficientes; o circuito interno de TV funcionava parcialmente até a semana passada.

Também os danos feitos pelos presos, que quebram partes das celas para pegar pedaços das ferragens das lajes e se armar contra os agentes, quebram pilares e paredes para fugir, ou fazem pichações com o nome da facção ou frases para intimidar os agentes, nas paredes e portas de celas.

Protesto


Por conta deste clima de insegurança, os agentes vão fazer uma manifestação às 9h de hoje, em frente ao Depen, que fica dentro do Complexo Penitenciário de Piraquara. Todas as unidades do complexo ficarão fechadas, com presos sem banho de sol, visitas e outras atividades até o fim do protesto.

“Os motivos para a barbárie que aconteceu na penitenciária de Pedrinhas são os mesmos que estão acontecendo no Paraná. A única diferença é que, no Maranhão, o bolo assou primeiro”, disse José Roberto Neves, presidente do Sindicato dos Agentes Penitenciários (Sindarspen), que organiza a manifestação. 

Por isso não temas, porque estou contigo; não te assustes, porque sou o teu Deus; Eu te fortaleço, ajudo e sustento com a mão direita da minha justiça.   ISAÍAS 41/10

sábado, 18 de julho de 2015

PRESÍDIOS SEMIABERTOS MASCULINOS DO PARANÁ , ENDEREÇOS E TELEFONES .


Regime Semiaberto – Masculino

Centro de Regime Semiaberto de Ponta GrossaCentro de Regime Semiaberto de Ponta Grossa – CRAPG
Inaugurado em 05/10/2004, anexo à Penitenciária Estadual de Ponta Grossa, é um estabelecimento penal de segurança média, destinado a presos do sexo masculino cumprindo pena em regime semiaberto.
Rua Batuira S/N - Colônia Dona Luiza - Ponta Grossa - PR
CEP: 84043-190
E-mail: ragp@depen.pr.gov.br
Diretor: Luiz Francisco da Silveira
Assistente: Mauricio Ferracini dos Santos


Colônia Penal Agroindustrial Colônia Penal Agroindustrial do Estado do Paraná - CPAI

Estabelecimento Penal de segurança média, destinado a presos do sexo masculino cumprindo pena em regime semiaberto.
Avenida Brasília s/n - Piraquara / PR
Fone: (41) 3589-8600 - Fax.: (41) 3673-1321
CEP: 83301-970 - E-mail: cpa@depen.pr.gov.br
Diretor: Ismael Salgueiro Meira
Assistente: Blacito Sampaio

lapaCentro de Regime Semiaberto da Lapa
Estabelecimento Penal de segurança média, destinado a presos do sexo masculino, ligado à Colônia Penal Agroindustrial do Estado do Paraná, inaugurado em janeiro de 2012.
Rua Amazonas, 34 - ANTENA - Lapa Pr
CEP 83750-000
Fone (41) 3622-1569





Centro de Regime Semiaberto de Guarapuava
Centro de Regime Semiaberto de Guarapuava – RAGP

Estabelecimento Penal de segurança média, destinado a presos do sexo masculino cumprindo pena em regime semiaberto.
Rua Flávio Correia dos Santos, 400 - Guarapuava / PR
CEP: 85053-390 - E-mail: craguarapuava@depen.pr.gov.br
Fone: (42) 3629-8400
Diretor: Américo Dias Pereira
Assistente: Arthur André Fontes Campelo


Colônia Penal Industrial de Maringá - CPIM
cpim
Endereço: Estrada Velha de Paiçandu, 2812
CEP - 87.140-000 - Maringa / PR
Fone: (44) 3220-9400, (PABX-FAX)  3220-9450
E-mail: cpimaringa@depen.pr.gov.br
Diretor: Rafael Alberto Kawanishi Martins
Assistente: Paulo Rafael Marques


creslon
Centro de Reintegração Social de Londrina - CRESLON

Rua Santa Marta 427 - Jardim Espanha
CEP: 86027-550  Londrina - Pr
Fone (43) 3337-1412
Diretor: Reginaldo Peixoto
Assistente: Anderson Souza Oliveira


LEMBRAI-VOS DOS PRESOS .....                                 Hebreus 13/3

domingo, 12 de julho de 2015

AJUDE-NOS ACHAR OS PAIS DE MARCIELE DA SILVA ROLIM !!!


Apelamos a solidadriedade para achar a família da Marciele Da Silva Rolim . Ela está no estado do Paraná e perdeu contato com a família faz muitos anos . O nome do pai é Manoel Pacheco Rolim e o de sua mãe Leonilde Nastácio Da Silva , eles moravam no Monte Mor na cidade de Campinas no estado de São Paulo . Deseja muito ter noticia da família já que está com muita saudades deles.
Para informações : Fones (041) 9795-9756 Tim ou    (041) 9186-9242

Porquanto este meu filho estava morto e voltou à vida, estava perdido e foi encontrado’. 
Lucas 15/24

segunda-feira, 6 de julho de 2015

PRESÍDIO MILITAR DA MARINHA NA ILHA DAS COBRAS RIO DE JANEIRO .


Presídio da Marinha é uma Organização Militar da Marinha do Brasil, localizada na ilha das Cobras, no Rio de Janeiro. É o único estabelecimento prisional militar federal no país. A detenção tem capacidade para 110 presos, mas que conta, ao todo, com 17 detentos. 
Criado pelo Decreto nº 59.317, de 28 de setembro de 1966, é o estabelecimento da Marinha que tem por finalidade exercer a guarda do pessoal militar, condenado a penas inferiores a dois anos, em sentença passada em julgado, ou que esteja à disposição da Justiça Militar ou Civil. Complementarmente visa planejar e conduzir a reeducação do preso, proporcionando-lhe assistência material à saúde, jurídica, educacional, social e religiosa.As origens do presídio remontam à inauguração do Forte do Pau da Bandeira em 1736. As suas instalações são ocupadas até aos dias de hoje para o cumprimento da execução penal de militares da Marinha condenados, tanto pela Justiça Militar quanto pela Comum, na área do Rio de Janeiro.
As instalações da antiga fortificação encontram-se em excepcional estado de conservação e o seu portão histórico é tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional.
O antigo presídio abrigou presos ilustres, como os inconfidentes Inácio José de Alvarenga Peixoto e Tomás Antônio Gonzaga.
LEMBRAI-VOS DOS PRESOS .........................Hebreus 13/3