sábado, 7 de março de 2015

"MÊS DA MULHER" TEM ATIVIDADES EM PRESÍDIO DE MATO GROSSO DO SUL.

Em alusão ao Mês das Mulheres, teve início nesta semana no Estabelecimento Penal Feminino de Três Lagoas (EPFTL) o projeto de pesquisa intitulado “Detecção e Avaliação dos Genótipos Circulantes do Papiloma Vírus Humano e da Resposta Imunológica em Mulheres da Região Leste de Mato Grosso Sul”.
Com o objetivo de rastreamento e verificar a prevalência dos principais tipos virais de HPV, o projeto é desenvolvido pela pesquisadora da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) e médica ginecologista, Nayara Cassemiro, em parceria com discentes do curso de enfermagem.
O projeto irá oportunizar a todas as reeducandas da unidade prisional, a coleta do preventivo, exame de sangue e exame físico da mama, conhecido popularmente como toque. Vale destacar que as reeducandas mostraram-se entusiasmadas com a realização dos exames.
A ação é resultado da parceria entre a unidade prisional, a Secretaria Municipal de Saúde de Três Lagoas e a UFMS.
¶ Toda mulher sábia edifica a sua casa; mas a tola a derruba com as próprias mãos.

Provérbios 14:1

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

PENITENCIÁRIA Dr ANTÔNIO SOUZA NETO (SOROCABA SP) A MAIS SUPERLOTADA DO ESTADO , 1773 DETENTOS , OREMOS POR ELES!!

A Penitenciária Dr. Antônio Souza Neto, a PII, do bairro de Aparecidinha, em Sorocaba, é a unidade com maior superlotação entre as 76 unidades prisionais do Estado. Segundo dados disponibilizados no portal da Secretaria de Estado de Administração Penitenciária, no início de outubro a unidade atingiu a população de 1.773 detentos. O número representa quase três vezes e meio a capacidade do prédio, que é de 605 vagas. O excesso de presos também é uma realidade nas outras cinco penitenciárias da região.

Penit. II "Dr. Antonio de Souza Neto" de Sorocaba

Coordenadoria da Região Central

Endereço: Av. Dr. Antonio de Souza Neto nº 100 Bairro Aparecidinha
CEP: 18087-000 - Caixa Postal 417 - Sorocaba - SP
E-mail: dgeral@p2sorocaba.sap.sp.gov.br
Fone: (15) 3225-3374  Fax: (15) 3225-3374 r 202
População prisional - data: 10/fev
Capacidade: 605   População: 1773
Anexo de regime semiaberto
Capacidade: 178   População: 250
Ficha Técnica
Área construida: 12100 m²
Data de inauguração: 02/11/1989
Regime: fechado e semiaberto

LEMBRAI-VOS DOS PRESOS ........    HEBREUS 13/3
 Pastor Hugo Chavez trabalha na recuperação de presidiários no Estado do Paraná , mediante a palavra de Deus .





AJUDE-NOS A CONTINUAR COM ESTA OBRA !!!     Conta Corrente da Caixa Ec. Federal  AGENCIA 3379 OP. 001 CC 22433-0 Pastor Hugo Chavez

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

A IMPORTÂNCIA DOS TRABALHOS EVANGELÍSTICOS NOS PRESÍDIOS DO PARANÁ .



A reunião ocorre no ginásio de esportes da Colônia Penal Agrícola (CPAI), em Piraquara. Os líderes religiosos se revezam para fazer orações pelos detentos, que vão ao culto ecumênico em busca de conforto e acolhimento, algo que não encontram em grande parte da sociedade. No culto, além de ouvirem a palavra de Deus, os presos são tratados com o que esperam: seres humanos em busca de recuperação e reinserção social.
O evento religioso dentro da CPAI é um exemplo do que ocorre em todas as casas de custódia e penitenciárias do Paraná. Pastores, padres e outros líderes, vão aos presídios participar do acolhimento aos detentos. A assistência religiosa é considerada um dos pilares da ressocialização da população carcerária.A pregação dos religiosos não se limita a ensinamentos bíblicos. Eles alertam aos presos para que perseverem na recuperação e não resistam às possíveis recaídas. “O que plantamos, colhemos. Não percam de vista o caminho de vocês”, diz um pastor durante culto realizado em um dos pátios da Casa de Custódia de São José dos Pinhais.

Recuperação

O evangelista Gilmar Pereira de Paula, 39 anos, membro de uma das igrejas que participa dos cultos, diz ser uma prova viva de que é possível a recuperação. Cinco anos depois de cumprir pena na CPAI por envolvimento em assaltos, ele trabalha como porteiro e agora volta à colônia com um novo propósito: ajudar a retirar da criminalidade quem ainda cumpre pena. “Se você cai em um lugar desses (presídio), onde não conhece ninguém, não tem nada, só não se recupera se não quer”.
Quem ainda está na prisão busca o mesmo caminho. Jefferson da Silva, 24, foi preso por tráfico de drogas em novembro e agora cumpre pena de cinco anos. Cansado do crime, decidiu se converter e se recuperar. “Aquilo não era vida. Eles (religiosos) nos confortam muito. Todos nos recebem bem, sem preconceito, de braços abertos. Sem eles, acho que seria difícil eu me recuperar”, diz o jovem, que pretende estudar teologia e voltar ao trabalho de auxiliar administrativo quando sair da prisão.
A família de M. R. A, 34, tem sido de grande valor para que ele frequente os cultos e busque a recuperação. Preso por assalto, ele pretende voltar a trabalhar como motorista de caminhão e oferecer melhor futuro ao filho de 7 anos. “Se não tivéssemos isso (apoio dos religiosos) quem sabe o que poderíamos estar fazendo”, diz ele, que aguarda o próximo mutirão carcerário, em fevereiro de 2015, para conseguir a progressão ao regime aberto.
Missão
Em São José dos Pinhais, diretor de penitenciária também é pastor
Na Casa de Custódia de São José dos Pinhais, o diretor da unidade, Jeferson Walkiu, também é pastor e tenta incentivar os presos a participarem de cultos. “Hoje entendemos que nesse processo da ressocialização, o trabalho religioso resgata valores e princípios. Precisamos lembrar que em alguns casos é uma socialização, porque alguns desses detentos nunca tiveram isso”, diz.
Os cultos na unidade são realizados no pavilhão dos evangélicos. Os detentos se reúnem nas manhãs de terça e quarta-feira, entre às 9h30 e 10h30, onde encontram os líderes religiosos de diversas denominações cristãs. “As pessoas que nos auxiliam já vêm com o propósito de ajudar. Nunca tivemos nenhum tipo de ameaça ou conflito”, diz Walkiu, sobre a relação entre presos e religiosos.
O diretor também faz questão de rebater críticas de parte da sociedade, que crê em frases como ‘bandido bom é bandido morto’. “É um discurso que, na prática, não funciona. O preso vai voltar, mais cedo ou mais tarde, para a sociedade. Esse preso precisa voltar melhor”.

Fonte : Gazeta do Povo
 Lembrai-vos dos presos, como se estivésseis presos com eles, e dos maltratados, como sendo-o vós mesmos também no corpo.    HEBREUS 13/3