segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

COLOQUEMOS EM ORAÇÃO OS 536 DETENTOS DA PENITENCIÁRIA INDUSTRIAL DE CAXIAS DO SUL.

Penitenciária Indústrial de Caxias do Sul
Administrador:ELTON RIBEIRO
Endereço: BR 116 - KM 148, s/nº
CEP: 95054-780
Telefone: (54) 3222-2741 / 3228-5077 e 3208-2822
Capacidade de Engenharia: 394
População Carcerária: 536 (09/08/13)
Penitenciária Indústrial de Caxias do Sul
BR 116 - KM 122 ,
Município: Caxias do Sul

LEMBRAI-VOS DOS PRESOS......                                               HEBREUS 13/3

domingo, 8 de dezembro de 2013

RECUPERAÇÃO DE PRESIDIÁRIOS , AJUDE-NOS EM 2014 A CONTINUAR COM ESTA OBRA.






COM SOL OU COM CHUVA , FAÇA CALOR OU FRIO O "IDE" DO SENHOR JESUS CRISTO DEVE SER REALIZADO.

Evangelismo corpo a corpo em setor fechado.
Ministração de Santa Ceia .
Aguardando a liberação para entrar na PCF.
Equipamento usado para evangelismo no corredor do presídio.
Presídio Central Feminino.
Complexo Penitenciário de Piraquara.
Presídio "Olaria"
Presídio CPAI.

Batismo de presidiário em área externa do presídio.
Batismo de detento liberto por Jesus Cristo.

Batismo de presidiário em companía da família. 
Curso voluntário e gratuito de língua espanhola.
Formatura de alunos em presídio masculino.
Formatura em presídio feminino.
Arrecadação de livros para biblioteca dentro do presídio CPAI.

Ajudamos na construção desta capela dentro do presídio.
Ampla capela com capacidade para 200 detentos sentados.
Vista externa da capela.
Confraternização de ex presidíarios.
Pastor Hugo cedeu sua casa para esta atividade.
Testemunho de transformação de vidas de ex-presidiário pelo poder de DEUS. 
Muitos ex-presidiários transformados e libertos por Jesus Cristo estiveram presentes.
Parte da equipe que ajudou na organização do evento, e evangeliza os presídios.
Trabalho de evangelismo de menores infratores.
Educandário São Francisco (Piraquara).
Bolos e refrigerantes para se confraternizar após o evangelismo.
Parte da equipe que evangeliza os menores infratores.


ESTIVA NU, E VESTISTE-ME ; ADOECI E VISITASTE-ME ; ESTIVE NA PRISÃO , E FOSTES ME VER.                                 MATEUS 25/36















sábado, 7 de dezembro de 2013

MAIOR MUTIRÃO CARCERÁRIO DESTE ANO NO PARANÁ COMEÇA DIA 09/12.

Começa nesta segunda-feira (09/12) e segue até a sexta-feira (13/12) o maior mutirão carcerário deste ano, a ser realizado pelo Poder Judiciário do Paraná. Será na Casa de Custódia de Piraquara (CCP), unidade de regime fechado da Secretaria da Justiça, Cidadania e Direitos Humanos do Paraná (SEJU), onde três as Varas de Execução Penal (VEP's) de Curitiba estarão analisando perto de 10 mil pedidos de benefício de presos de todo o Paraná. 

São processos de concessão de benefícios para progressão ao regime semiaberto, livramento condicional, remição e comutação de pena de presos que cumprem penas privativas de liberdade em unidades prisionais do Departamento de Execução Penal do Paraná (DEPEN) e de delegacias de polícia do estado.

Este será o 25º mutirão realizado no Paraná desde junho de 2011. Levantamento do Poder Judiciário mostra que nos 24 mutirões já efetuados foram analisados 25.978 processos, sendo deferidos 8.314 benefícios e indeferidos 2.972 . Ao todo foram concedidos 5.534 alvarás de soltura.


Os trabalhos da próxima semana iniciam todos os dias às 8h e seguem até às 17h, conduzidos pelos juizes Eduardo Lino Bueno Fagundes, da 1ª VEP; Moacir Antônio Dala Costa, da 2ª VEP; e Hamilton R. Marins, da 3ª VEP, junto com uma equipe de 26 funcionários. 

CMP – Foi divulgado nesta sexta-feira (06/12), pela Coordenação do Grupo de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário (GMF), o relatório final do último Mutirão Carcerário, realizado na semana passada, no Complexo Médico Penal (CMP), que analisou os processos dos 437 internos que cumprem medida de segurança na unidade. Foram concedidos 126 levantamentos de medidas/indultos, com a respectiva expedição de alvarás de soltura/desinternação, além de 95 encaminhamentos para a família e 31 abrigamentos institucionais.


Segundo o magistrado Eduardo Fagundes, que coordena o GMF, durante todo o Mutirão os juízes, juntamente com o Ministério Público, a Defensoria Pública e demais envolvidos no trabalho, procurou “modular a medida de segurança de internação em tratamento ambulatorial, de preferência junto a seus familiares, seguindo a política antimanicominal, conforme norma federal e orientação do CNJ”.

O juiz da 1ª VEP reiterou que “no Paraná não há nenhuma pessoa submetida a medida de segurança de internação entre presos comuns, seja em Delegacias de Polícia ou presídios, já que há vagas para inimputáveis no Hospital de Custódia em Pinhais, do CMP”. Ele lembrou que existe determinação da SEJU de que pessoas diagnosticadas com problemas mentais sejam, imediatamente, removidas das Cadeias Públicas para o CMP.


LEMBRAI-VOS DOS PRESOS .........                 HEBREUS 13/3

NESTE LUGAR NELSON MANDELA PASSOU 18 ANOS PRESO.




 A prisão mais temida da época do apartheid da África do Sul, a Robben Island, permanece intimamente ligada a Nelson Mandela, o preso mais famoso que passou décadas de trabalho duro educando seus camaradas e encantando até os seus carcereiros mais duros.

Agora museu e atração turística popular, a ilha rochosa, localizada nas águas infestadas de tubarões ao largo da Cidade do Cabo, manteve ativistas negros em isolamento durante três décadas, até o presidente F.W. de Klerk começar a desmantelar governo da minoria branca em 1990.

Mandela, que morreu nesta quinta-feira aos 95 anos, foi enviado primeiro para a Ilha Robben por um breve período em 1962 por delitos políticos menores, e retornou dois anos mais tarde após ter sido condenado à prisão perpétua por sabotagem e conspiração contra o regime.

Começou a cumprir sua sentença aos 46 anos, e foi condenado juntamente com outros membros do Congresso Nacional Africano a anos de trabalho forçado, quebrando pedra em uma pedreira de calcário.


Acorrentado em fileiras de quatro, os presos trabalhavam de oito a 10 horas por dia, cinco dias por semana. O brilho forte do sol sobre as rochas brancas e a poeira causaram danos permanentes aos olhos de Mandela.

Apesar das dificuldades, Mandela não direcionou suas frustrações contra seus captores imediatos.

"Ele foi sempre cordial, educado e prestativo", disse recentemente à Reuters Christo Brand, carcereiro que acompanhou Mandela desde 1978 até sua libertação, em 1990.

"Ele se tornou um pai para mim. Se eu precisasse de alguma ajuda e assistência com algo, ele estava sempre lá para ajudar", disse Brand, que agora ajuda no museu de Robben Island.


Em sua autobiografia, "Long Walk to Freedom", grande parte escrita secretamente em sua cela na ilha, Mandela relembra a solidão e o isolamento sentida por detentos.

"Robben Island foi sem dúvida o mais duro, o posto avançado da mão de ferro do sistema penal sul-africano", escreveu ele.

OUTRO PAÍS

Localizada a 10 quilômetros de distância da glamorosa Cidade do Cabo, a ilhota parece ser próxima à costa.

Mas quando se faz a viagem de barco de 30 minutos através das águas geladas do Atlântico Sul, a distância parece aumentar.

"Ir para Robben Island foi como viajar para outro país", escreveu Mandela. "Seu isolamento fez da ilha não apenas uma outra prisão, mas um mundo próprio, muito distante do mundo de onde vínhamos."

A estrada do porto Murray, onde os presos eram encurralados após desembarcarem, leva a um edifício de pedra cinza cercado por barreiras cobertas com arame farpado.

"Eu podia andar toda a extensão da minha cela em três passos. Quando eu deitava, podia sentir a parede com os pés e minha cabeça roçava o concreto do outro lado", escreveu Mandela, que foi pugilista amador.


O número da prisão de Mandela, 466/64, ficou famoso pela campanha global para arrecadar dinheiro para combater o HIV/ Aids e para a sua apreciada fundação Children's Foundation.

FORMAÇÃO DE ADVOGADO

As condições durante seus 18 anos na ilha oscilaram, ecoando o clima político mais amplo no continente, bem como o capricho de funcionários que supervisionam a prisão. Um regime muito rigoroso foi implementado após o primeiro-ministro Hendrik Verwoerd ter sido assassinado em setembro de 1966.

Mas Mandela usou sua experiência como advogado para impedir muitas das tentativas dos guardas de assediar os presos, e insistiu no direito dos presidiários de estudar para obter um diploma universitário. Ele também fez questão de tentar dialogar com os guardas da prisão, na grande maioria brancos que falavam a língua africâner.

Além da vontade de ferro e dos princípios, o charme e a generosidade fácil de Mandela ajudaram a flexibilizar as regras estritas da prisão e as ações disciplinadoras.


Ocasionalmente, os presos eram autorizados a cozinhar ensopados de mariscos, mexilhões e lagostins nos intervalos para almoço, enquanto colhiam algas para exportação para o Japão.

Eles também foram capazes de realizar rituais de circuncisão, uma parte importante do costume tribal que marca iniciação à idade adulta.

"Os detentos pareciam estar comandando a prisão, não as autoridades", disse Mandela.

Atualmente cerca de 200 pessoas, incluindo ex-presos políticos e funcionários do museu, vivem na ilha, que foi declarada Patrimônio Mundial pela Unesco em 1999.

Para ajudar a completar a sua transformação de um lugar ameaçador , a ilha agora abriga casamentos no Dia dos Namorados, atraindo casais de todo o mundo que querem trocar votos na histórica Igreja Garrison, a principal da aldeia.

VENHA PERANTE A TUA FACE O GEMIDO DOS PRESOS;                  SALMOS 79/11

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

A IGREJA QUE CONTRADIZE OS ENSINAMENTOS DOS FALSOS CRISTÃOS DE HOJE.

Todos os que criam estavam unidos e tinham tudo em comum. E vendiam suas propriedades e bens e os repartiam por todos, segundo a necessidade de cada um. E, perseverando unânimes todos os dias no templo, e partindo o pão em casa, comiam com alegria e singeleza de coração, louvando a Deus, e caindo na graça de todo o povo. E cada dia acrescentava-lhes o Senhor os que iam sendo salvos.” At 2:43-47

Na época do surgimento da Igreja do Novo Testamento, a palavra igreja significava, apenas, uma reunião qualquer de um grupo organizado ou não. Assim, o texto nos revela que havia um grupo organizado em torno de sua fé (Todos os que criam estavam unidos) – todos acreditavam em Cristo. 

Segundo o texto, os participantes do grupo do Cristo não tinham propriedade pessoal, tudo era de todos (tinham tudo em comum) – os membros desse grupo vendiam suas propriedades e bens e repartiam por todos – e isso era administrado a partir da necessidade de cada um; e se reuniam todos os dias no templo; e pensavam todos do mesmo jeito, primando pelo mesmo padrão de vida (unânimes); e comiam juntos todos os dias, repartidos em casas, que, agora, eram de todos, uma vez que não havia mais propriedade particular; e eram alegres e de coração simples; e viviam a louvar a Deus; e todo o povo gostava deles, e o grupo crescia diariamente. Diariamente, portanto, havia gente acreditando em Cristo, se unindo ao grupo, abrindo mão de suas propriedades e bens e colocando tudo à disposição de todos.

Essa Igreja era a Comunhão dos santos – chamados e trazidos para fora do império das trevas, para servirem ao Criador, no Reino da Luz.

Essa Igreja não precisava orar por necessidades materiais e sociais, bastava contar para os irmãos, que a comunidade resolvia a necessidade deles. 

Deus havia respondido, a priori, todas as orações por necessidades materiais e sociais, fazendo surgir uma comunidade solidária. 

O pedido: “O pão nosso de cada dia, dá-nos hoje." (Mt 6.9) estava respondido, e diariamente.

Então, para haver o “pão nosso” não pode haver o pão, o bem ou a propriedade minha, todos os bens e propriedades têm de ser de todos. 

Mais tarde, eles elegeram um grupo de pessoas, chamadas de diáconos – garçons, para cuidar disso (At 6.3). Então, diante de qualquer necessidade, bastava procurar os garçons, que a comunidade cuidava de tudo. Era o princípio do direito: se alguém tinha uma necessidade, a comunidade tinha um dever.

Essa Igreja não existe mais!

E VENDIAM SUAS PROPRIEDADES E BENS E REPARTIAM COM TODOS , SEGUNDO CADA UM HAVIA DE NECESSITAR !!                                  ATOS 2/45

PASTOR HUGO DANIEL TRABALHA NA RECUPERAÇÃO DOS PRESIDIÁRIOS,

COMPARTILHANDO O ALIMENTO COMO CRISTO NOS ENSINOU !!

JESUS CRISTO OS AMA !!

PRESÍDIO DE SEGURANÇA MÁXIMA .

ENTREGA DE MATERIAL DE HIGIENE .

HOMENS ENCARCERADOS .

MULHERES ENCARCERADAS .

PASTOR HUGO E SUA ESPOSA DENISE : RECUPERAÇÃO DE MENORES INFRATORES ,

TRABALHO COM CRIANÇAS : PREVENÇÃO AS DROGAS .